Actualmente, o CDS é o partido que mais incomoda o poder absoluto do PSD. Este facto só pode ser positivo, pois revela que as propostas e soluções que o CDS Madeira tem vindo a propor para melhorar a vida dos madeirenses e porto-santenses está a provocar desespero no partido que levou a nossa Região à bancarrota, devido à teimosia em seguir um modelo económico, totalmente errado, sobretudo nos últimos 10 anos. As propostas que o CDS apresentou na ALM nesta Legislatura e que não têm nem terão o apoio do PSD são: ?Projecto de decreto legislativo para salvar o CINM mas que não vai ser aprovado porque o autor da iniciativa não foi o partido da maioria. ?Projecto de decreto legislativo, propondo a alteração "cirúrgica" do Estatuto Político Administrativo visando reduzir as subvenções vitalícias e os susbsídios de reintegração, entre outras perdas de mordomias dos detentores de cargos políticos. Rejeitada pela maioria. ?Projecto de decreto legislativo para reduzir em 30% as subvenções aos partidos políticos, no sentido de poupar ao erário público um milhão e meio de euros anualmente, rejeitada pela maioria. Estes foram os projectos que o CDS apresentou e que implicariam uma equidade social e dariam uma imagem de responsabilidade e de justiça do Parlamento Regional. Mas o partido de AJJ decidiu ignorá-los, penalizando o povo com mais impostos e retirando, aos 30.000 funcionários públicos, o subsídio de insularidade! O CDS continuará, dê no que der, custe o que custar, a esclarecer o povo da nossa Região sobre as consequências do Plano de Assistência Financeira e apresentará na ALR propostas que visem minimizer os prejuízos das famílias e das empresas como consequência deste brutal plano que é da responsabilidade de AJJ e do seu partido.

Lopes da Fonseca, Líder parlamentar do CDS-M