Aires Pedro Curiosamente ou não, AJJ decidiu "explicar" aos seus fiéis seguidores os termos do Plano de Reajustamento Financeiro da RAM já assinado com o governo da República, socorrendo-se para tal "nobre função" dos habituais adros das Igrejas. O CDS-PP não querendo perder a oportunidade de justificar o injustificável, em face do respectivo comportamento assumido na AR, segue sem mais, as pegadas "cristãs" do grande timoneiro AJJ, não faltando nunca aos respectivos encontros dominicais. A Igreja disponibiliza os respectivos adros, a fim de ser ouvida a mensagem dos políticos pecadores, quiçá à espera de algumas migalhas "financeiras", as quais, atentas as actuais circunstâncias, vão sendo muito escassas. O PS- M pouco dado a estes encontros "ecuménicos", prefere outra "abordagem" paroquiana, i.e.,organizar pseudo roteiros económicos, quiçá, gastronómicos", para contento físico e espiritual dos respectivos militantes. Quid Iuris??? Tais "romarias e roteiros" resolverão os graves problemas económico-financeiros dos madeirenses? O "querido povo" perdoará uns e outros? Aceitará de ânimo leve as mentiras e embustes políticos desta partidocracia? Não!!! Não creio que actualmente consiga ou simplesmente possa fazê-lo! Antes das últimas legislativas regionais, AJJ tudo prometera, nomeadamente, que jamais haveria aumento de impostos na RAM, que nunca aplicaria taxas moderadoras na saúde, que não haveria despedimentos na função pública e demais inverdades políticas económicas então propaladas! Enfim…em tais promessas que já então eram totalmente falsas, o "querido e sempre domesticável povo madeirense" em tudo acreditou, assim voltando a dar uma maioria absoluta ao PSD-M! O CDS-PP também cresceu eleitoralmente, passando a ser a segunda maior força no parlamento madeirense, fruto da total inabilidade e ignorância política da então malograda direcção do PS-M, a qual, para total incompreensão do eleitorado socialista, continua em exercício de funções, mas desta feita, com um uma "governação" bicéfala, i.e., Vítor Freitas como líder em parti-me e Carlos Pereira como líder (ainda que não formalmente) em ful-time, procedendo ao afastamento dos respectivos funcionários do partido que então ousaram enfrentar o ora "Generalíssimo" cavalheiro Vítor Freitas nas últimas eleições para a presidência do dito partido. Por conseguinte e sempre por mera lógica aparelhística, decidindo a substituição dos mesmos por outros "boys and girls" que oportunamente prestaram "sagrado juramento" ao jovem "Presidente" do grupo ora referência...