Roberto Rodrigues Tive oportunidade de ler por estes dias de Natal uma "Carta de Leitor" publicada neste matutino, escrita por uma sra. Maria Bernardo, ao que parece residente no Galeão (?), que se deu ao trabalho de tentar rebater aquelas que foram as minhas palavras quando denunciei a inutilidade do Campo de Jogos existente na faixa sobranceira ao Sítio do Galeão (em espaço florestal), na Freguesia de S. Roque e que não poderiam ficar sem a merecida resposta da minha parte. Em primeiro lugar gostaria de registar a tentativa não conseguida de defesa feita desta obra, que julgo nem o secretário da tutela, nem os seus assessores seriam capazes de fazer melhor, visto que de entre deturpações e falta de verdade no que é referido, nada consegue desmontar a verdade que está a vista de quem quiser e conseguir lá chegar. Depois gostaria de referir que o tal Campo e segundo informações que recolhi e que já tinha referido anteriormente a quando da denúncia deste mau investimento público, foi inaugurado no final do verão deste ano de 2012 e não a três anos como é referido pela sra. Bernardo. Por outro lado não sei como é que alguém é capaz de referir que o acesso existente se pode fazer facilmente, quando já antes das chuvas de Novembro este só era possível não por viatura ligeira como é referido, mas sim por viatura 4x4. Eu estive a 13 de Outubro nesse local e já tinha constatado a precariedade do acesso existente em terra que logicamente ficou praticamente intransitável depois das últimas chuvas. Confesso que a certa altura ao ler o texto da sra. Bernardo não sabia se ria ou se chorava, quando está referia que o tal espaço era utilizado para o "convívio intergeracional"!... Não sei, mas parece-me que se algum idoso conseguisse lá chegar pelo seu próprio pé, poderia ter de ser evacuado urgentemente para o hospital tendo em conta o desgaste físico a que seria sujeito para lá chegar… É de facto um absurdo se tentar passar a ideia de que o acesso e o próprio espaço estejam no mínimo de condições para a sua utilização face a degradação dos mesmos e a falta de condições mínimas resultantes da falta de luz e de água, que reafirmo não existem no local, isto para não falar das tais mesas de piquenique que não existem e que a sra. Bernardo diz existirem junto do Campo.