José Teixeira É com algum desânimo que escrevo esta missiva. Após ter assistido a algumas assembleias municipais do meu município continuo a constatar que prevalece o velho ditado "em casa onde não há pão todos ralham e no final ninguém tem razão", mas neste caso quem paga a factura são os cidadãos que os elegeram e que continuam a pagar o regabofe que anda na política madeirense. Senão vejamos, em vez de se acabar com as gorduras na política como apregoa o Sr. Primeiro-ministro e o actual ministro das finanças, em Machico andam autarcas que para além de exercerem cargos de gestão autárquica também são gestores de empresas municipais cujo trabalho delas nem o maior visionário vislumbra. Além do mais, nada mudou na 1ª cidade turística da Madeira. Continua igual. Faz-se uma estrada para beneficiar uns certos delfins que se apoiam desta feita à sombra da laranjeira que já nem laranjas azedas produz e andam gastar dízimos da população em laranjal morto deste concelho que outrora terá sido o primeiro no desenvolvimento turístico na Madeira. Mais, "o ditado eles comem tudo e não deixam nada" aqui se aplica. Onde estão os turistas e o desenvolvimento da primeira cidade da Madeira? Será que basta a Quinta do Lorde para calar o povo, pois o edil deste município apresenta esta obra megalómana como de sua autoria fosse? Mais, falou em um pólo comunitário? Faça-se lembrar a esse Sr. que ele só assinou um protocolo com a instituição que lá opera porque ele em vez de lavar as mão baixou a cabeça e percebeu que, com os aumentos que ele andou a criar neste concelho, que é o primeiro na distribuição de água potável na Região e paga a água mais cara de Portugal com a inclusão das taxas. Por estes factos, é de solicitar as pessoas da primeira cidade turística da Madeira que abrem os olhos pois estam a ser enganados.