José Edgar Marques Da Silva Albuquerque, ganhou, ganhou no chamamento e no acolhimento que fez, fazendo os militantes voltarem ao seio do partido, uniu o partido, e aos militantes, tornou claro que todos são militantes de pleno direito. Alberto João, "ganhou" pelo exercício da matemática eleitoral, mas "perdeu" o partido, não se reconhece uma vitória política por 83 votos, julgo, que quem deve "tomar juízo" e levar este aviso a serio por 50% dos militantes e nem todos puderam votar, é ele, mas é incrível, como comentou, a vitoria, uma vitoria com sabor a derrota. Os tempos são de clara mudança, e deveria sim, levar em linha de conta as mudanças que exigem 50% dos militantes. É tempo de responder há vontade soberana dos quase 50% que exigem mudança, e comparar a eleição interna de um partido ás eleições regionais anteriores, é justificar uma vitoria que sabe a derrota, da forma mais injustificável, do povo, nasce uma vontade soberana, que nada tem a ver com militância, disciplina de voto, militância fundamentalista, o voto do povo é espontâneo, tem outro cariz libertador, e não estão tão condicionado como o voto expresso pelos militantes. A verdade é que Albuquerque ganhou uma futura eleição, marcou posição, e retirou qualquer legitimidade a AJJ de escolher e impor aos militantes delfins e sucessores, será uma asneira monumental se o fizer no futuro este resultado é um serio aviso, político sufragado e expresso pelos militantes, 50%, porque será agora mais fácil, chegar aos 60%, se o partido não aceitar mudar e todos acolher. O tempo ensina que, quem quer dar o exemplo, tem de levar em linha de conta o exemplo colectivo exercido pelo consciente colectivo dos militantes do PSD-M, e o comparar ao exercício colectivo do povo, num exercício eleitoral, é um erro monumental, a verdade é que o consciente colectivo do povo está neste momento a tirar as suas próprias conclusões, e o acto eleitoral que se aproxima, não será só votar no PSD-M mas terá em atenção as pessoas que o mesmo propõe, acabou o "factor escolha do chefe", venceu a vontade de escolhas ouvindo as bases, aqui o silencio e fazer que não ouve, de nada vale. A democracia venceu. Aguardemos para ver.