João Sousa Venho por este meio desabafar na qualidade de vítima que fui num assalto com extrema violência, junto à praça de táxis e na qualidade de taxista, em Cª. de Lobos, com uma faca ao pescoço, coisa que à algum tempo atrás só se ouvia falar e via-se tal violência nas Américas, e nos filmes policiais. Nós, madeirenses, numa ilha tão pequena como a RAM, todos os desocupados estão referenciados pelas autoridades policiais, pessoas que nunca trabalharam na vida e passam a vida ocupados a assaltar as pessoas que estão nas suas ocupações diárias, nos seus trabalhos. Será que é preciso um regime autoritário para a sociedade "viver em paz"? Tolerância Zero para quem não seja útil à sociedade e para quem está permanentemente a demonstrar violência às pessoas inocentes, não só a nós madeirenses, como inclusive, aos turistas que nos visitam, que por vezes também são assaltados com a mesma violência. Aconteceu recentemente na praia formosa, junto ao túnel, uma morte que o infeliz por se defender de um desocupado, ficou com a vida de canelas para o ar. Eu dirijo uma palavra aos Srs. Governantes, que as forças policiais precisam de mais poder para intervir e sentir que o seu desempenho do seu trabalho seja compensado, e não apanhar os desocupados que andam no dia-a-dia a assaltar e a maltratar as pessoas que estão nos seus deveres e nos seus trabalhos, levam-lhes a tribunal, e ficam com medidas de caução, "soltos", para continuarem com a mesma actividade de sempre que é "assaltar". Gostava de ver na nossa ilha, pelo menos 80% de segurança que existe em Singapura, que fossemos a "Singapura do Atlântico". Vamos todos esquecer as bandeiras de partidos A ou partidos B e dizer basta de violência extrema, como se tem verificado na nossa região, porque não é assim tão difícil o seu extermínio. Tolerância Zero a todos os desocupados de sempre, e todos eles, que recebem rendimentos sociais, deveriam ser ocupados com trabalhos comunitários. Por favor, Srs. Governantes, devemos começar por este princípio, obrigado pela atenção e por tudo isto. Espero que esta mensagem não seja em vão.