Diogo Amaral Estado e banca desterraram famílias e tiraram o tapete aos empresários da classe média. Criaram situações impossíveis de se gerir enquanto ambos olham para o umbigo. A vida é uma escadinha e no campo de batalha olham à volta e só vêem mortos. Estado e banca vão se perceber que só são importantes quando do outro lado alguém lhes dá importância por subjugação. O estado e a banca estão no meio de um omisso cemitério onde nada mexe e nada vive, pensando. Sós a olhar um para o outro com instinto predador. O mundo é grande para fugir mas o estado tem as suas raízes aqui e a banca nacional tem o tamanho de joguete no mundo. As histórias sobre a sociedade, aquela sétima inerte pessoa do plural, para branquearem a ganância, a incompetência e a matreirice não cola. A sociedade é largamente atinadinha e cumpridora com condições mas sobretudo decência. O que banca e o estado criaram foi um caos onde ninguém consegue sobreviver. Sabem que a sociedade vai resistir até às últimas e com essa noção vão usar de todos os artifícios para roubar legalmente, o que foi ganho e entregue, o de agora e o do futuro para quem não puder emigrar. A sociedade vai sofrer as consequências mas jamais esquecerá o que fizeram. Vão-se exterminar vidas de trabalho honesto para nem estado nem banca se salvarem mas, garantidamente, ganharam uma sociedade que aprendeu a lição. Mesmo desterrada vai-vos infernizar a vida enquanto puderem. Cada cliente e cada contribuinte é um inimigo por gerações, moralmente não se vão ilibar. Fiquem com o baralho de cartas todo, joguem sós, inventem as regras que vos dê mais jeito, ganhem sós. O dia do juízo final chegará, levantará os "mortos" das campas e vai ser implacável para cada um de vós, banca com gananciosos agiotas e estado com incompetentes vaidosos estão marcados. Deus perdoa, esses "mortos" não. Um "morto" ataca em espírito, na essência que prevalece em cada um dos lesados. Não precisa de falar, é uma consciência comum.