Duarte Gomes Canha Dia 18-8-2011 por volta das 19h estava em primeiro lugar na fila de carros que entram para a garagem do Lobo Marinho no Porto Santo, deram-me sinal para avançar com o carro e iniciei a marcha para o interior, ao chegar ao estacionamento do topo estava um senhor funcionário a apontar para a direita e eu segui as suas instruções, derrepente grita: HEII, CALMA, PRA QUE É TANTA VELOCIDADE? (...) Eu fiquei super espantado com o que ele disse e da maneira que me estava a tratar, ao estar a estacionar o outro funcionário que estava onde eu dirigia o carro falou bem e não tive dificuldades em o entender. (...) Ao chegar próximo dele eu estava indignado pelo que ele disse e disse-lhe que não era preciso ter falado da maneira que me falou e que tem eu ser o primeiro cliente aqui? Ele não me respondeu e começou a rir, apercebi-me ele que estava a gozar comigo e que eu estava a perder o meu tempo disse-lhe que não era preciso ser estúpido e fui embora junto com a minha família. Na chegada ao Funchal ao sair com o carro um senhor de farda branca gordo mandou-me encostar e controlou enquanto a saída dos outros carros, logo de seguida veio ter comigo e perguntou o que eu fiz, fiquei espantado com aquela pergunta, disse que não tinha feito nada, (...) segundos depois ligou para um elemento da policia marítima para pedir a minha identificação (...) Isto tudo custou-me 30 minutos dentro de uma garagem com um ar irrespirável, e depois deram-me boa noite e que já podia abandonar a garagem com o meu carro. Mas que tipo de funcionário é aquele? (...)