Francisco Leite Monteiro Ao permitir-me usar o mesmo título do último artigo do Director do Diário, publicado na 2ª feira na plataforma digital, que obviamente, não terá deixado ninguém indiferente, faço-o para acrescentar um breve comentário, sempre e acima de tudo, com perfeita independência e com uma única responsabilidade, que é a de um cidadão descomprometido política e economicamente, em relação à Madeira mas, com perfeito sentido da realidade consciente que a todos nós cabe uma quota-parte da responsabilidade, por mínima que seja, por tudo quanto aqui acontece e também pelo que não acontece, evocando a Madeira de ontem, vivendo a Madeira de hoje, mesmo visto de fora e, sobretudo, com o pensar em a Madeira de amanhã. Sem aprofundar a questão da solidariedade - entendido que a solidariedade que interessa é a solidariedade para e com a Madeira - de modo algum pretendendo atingir quem quer que seja, atrevo-me a deixar aqui um apelo ao discernimento e ao senso comum que por vezes, dir-se-ia, ir faltando, para que se ponha termo a desentendimentos, tricas, excessos de linguagem e não só, de vária ordem, oriundos dos mais diversos quadrantes, importando ter presente que esta Região é de todos e para todos, o que a cada um impõe o respeito recíproco que a outrem é devido. Com estas breves linhas, pretendo muito simplesmente deixar bem claro que «a hora é de cuidar e de pensar para a frente … … que a verdadeira questão que interessa é a MADEIRA SEMPRE».