João M. Ramos Sousa A sr.ª dirigente sindical do SPLIU-M, Alzira Garcia, em carta do leitor do dia 14, intitulada 'Contributo sobre os professores', mais precisamente no último parágrafo afirma que não sabe se está a dirigir-se ao "João Sousa dirigente (ou ex-dirigente) sindical", na resposta que pretende dar ao autor da missiva 'Docentes Contratados', publicada no dia 10 e assinada pelo meu homónimo, o que me obriga a desfazer equívocos, em nome da verdade. Caso a sr.ª Alzira Garcia esteja a referir-se à minha pessoa, ao João Sousa (ex-dirigente do SPM), esclareço-a que não sou, nem podia ser, o autor da polémica carta a quem pretende responder, como pode ser confirmado pelo DIÁRIO. Aliás, nomes como o meu há muitos. Por isso, custa-me a aceitar que tenha colocado tal hipótese, sabendo que eu fui um sindicalista que representou milhares de colegas continentais e madeirenses, sem qualquer laivo de xenofobia! Aproveito a oportunidade para manifestar a minha discordância em relação ao teor da carta que gerou este equívoco, provavelmente carregado de oportunismo sindical. Se a sr.ª Alzira Garcia pretendia protagonismo ou mostrar serviço, então, tivesse engrossado a contestação, nestas páginas, à atribuição, na avaliação extraordinária, de 0,1 aos docentes que desempenharam cargos nas escolas enquanto os dirigentes sindicais tiveram a ponderação de 1 valor. Esse, sim, também teria sido um óptimo contributo!