L. Sousa Cada dia que passa neste jardim plantado à beira mar e governado pelo o Único rodeado dos seus acólitos e de uma Igreja orientada por um Bispo calado foi com surpresa que soube que um padre da Diocese do Funchal das paróquias da zona Oeste foi realizar um curso de uso e de porte de arma com outras figuras ilustres madeirenses. A presença do sacerdote foi alvo de "gozo". Tudo isto leva-me a perguntar se os padres estão tão ameaçados pelo poder regional, que até têm necessidade de gastar 300 euros para o curso à custa das esmolas do pobre povo ignorante que ainda vai as igrejas rurais. Pelo menos durante o curso o padre foi acompanhado pelo Gil Canha e até poderiam ter aproveitado para planear um novo assalto ao jornal da Madeira para assim se poupar os milhões de euros anuais ao contribuinte. É de lamentar a justificação do padre porque ninguém tira o curso para uso e porte de arma da classe B1, revolver calibre 6.35 para abater as beatas ou dedicar-se à caça grossa da paróquia. A conclusão que fica é que os católicos nesta terra e nesta Igreja da Madeira sentem que nem o Bispo tem voz e atitude de comando e por isso só faltava um revólver a um padre para colocar na ortodoxia os muitos que se dizem praticantes. Ainda bem que não foi o padre Martins Junior ou padre José Luis Rodrigues senão teriam logo uma suspensão diocesana. Haja bom senso e coragem no Bispo que orienta esta diocese.