Eram 13 horas em ponto quando Alberto João Jardim chegou, este domingo, à Escola Secundária Francisco Franco para exercer o seu direito de voto.

Confrontado pelos jornalistas se estava tranquilo, Jardim suspirou de alívio: "Graças a Deus que isto já acabou".

Logo de seguida foi questionado sobre o transporte de eleitores com viaturas da Empresa de Electricidade da Madeira, uma situação considerada "grave" pela Comissão Nacional de Eleições.

"Quem achar grave que decida. Agora aqui, e devido à dispersão habitacional da Madeira, sempre foi costume colocar carros à disposição das pessoas para exercerem o seu dever cívico. Se não concordam, queixem-se aos tribunais", explicou Jardim, que disse ainda ser normal que se propicie a toda a gente que vá votar. O anormal, salientou, é "haver uma Comissão Nacional de Eleições que só serve para gastar dinheiro aos contribuintes".

"O que a Comissão Nacional de Eleições considera para mim vale absolutamente zero", garantiu, questionando os jornalistas sobre se a polícia vai impedir os carros de levarem pessoas que querem votar.