Alvaro de Campos Na passada semana ia eu numa viagem de autocarro quando para meu espanto ouço uma conversa que me deixou perplexo, pelo facto desse tipo de conversa ser a propósito de alterações nas carreiras das zonas altas, isto é ia uma conversa muito acesa iam dentro do autocarro a prometer porrada a A, B e C e também diziam que iam cortar a estrada para mostrar o seu desagrado. Como desconhecia a realidade perguntei alguém onde ficava este local e porquê tanta violência nas palavras explicou-me uma senhora que apartir do dia 8 de Outubro de 2011 e com a entrada em funcionamento da Cota 500 houve alterações nalgumas carreiras das zonas altas, como tive curiosidade em saber do que se tratava fui ver com os meus olhos e para meu espanto deparei-me com uma conversa idêntica a que tinha ouvido anteriormente tive que abobadar a senhora que estava chateada "que a carrinha não levava os filhos à escola pois antes tinha o autocarro a sua espera e de todos os que saíam na escola do Boliqueime" e perguntei se era caso para tanto pois pelo que tinha visto tinha um autocarro que fazia transbordo para a carrinha das zonas altas na entrada da cota 500, assim têm a vida facilitada achei isto uma rara inteligência se é normal que, isto de ter um autocarro a sua espera pensei que era coisa para as famílias ricas mas quando se trata de uma empresa que é paga por todos os utilizadores isto é um luxo que não é para todos. Agora sei que a mesma empresa tomou medidas e bem, que em vez de ter autocarros com motorista a espera de alguns passageiros colocaram os mesmos veículos ao serviço de vários sítios porquê (gastar os 80 Litros de combustível diário) para essas mordomias que levou a que as pessoas do Sítio da Barreira estejam muito mal dispostos e revoltados com a empresa pois a falta de mordomias para uns levou a que o serviço fosse feito bem para todos. É deste modo e com pequenos gesto que podemos minimizar os custos colocando ao serviço de todos um bem que é para todos. Não é só nos aspectos negativos que manifestamos o nosso desagrado mas também assim podemos dar o nosso bem-haja por darem com estes actos confiança aos vossos utentes de uma melhor gestão dos recursos.