Na Madeira, o nível de adesão ao protesto contra as medidas de austeridade anunciadas pelo executivo de Passos Coelho ficou aquém das expectativas da organização. Segundo a organizadora, Carla Abreu, mais de uma centena de pessoas havia assegurado presença na iniciativa através das redes sociais. Contudo, apenas uma dezena e meia deu o corpo e voz ao manifesto na Região.

Com alguma ironia, para o professor da UMa, Thomas Dellinger, depreende que os madeirenses estão satifeitos com a situação económica, social e política.

No parque de Santa Catarina, enchente, só de estudantes da UMa que aproveitaram a tarde de sábado para realizar a praxe académica.

A maioria dos participantes no protesto deu conta, por escrito, dos motivos do descontentamento, entre eles alguns políticos na qualidade de cidadãos.