Num país sufocado pela crise, assistimos, um pouco estupefactos, um pouco descrentes, à campanha para as presidenciais. Pelo que temos visto, quase que se poderia dizer que existe um Portugal fora da política, e um outro que apenas tem existência no discurso e na retórica dos nossos governantes e candidatos. Que de outra forma se pode entender o rumo da actual campanha, se não for no domínio, mais do que provado, de uma linha divisória entre aquilo que é o país e aquilo que é a política de trazer por casa.

Só assim se explica que estejamos há vários dias a discutir os negócios de Cavaco Silva com o BPN e os 1500 euros que o poeta Alegre recebeu por um texto literário usado numa campanha publicitária a um banco. Como se não bastasse a pequenez dos assuntos, ainda somos bombardeados pelo 'brilhantismo' das explicações, ou pela opacidade de quem nada explica. Cavaco Silva, ou o Sr. Silva, conforme a ocasião, remete-se ao silêncio de quem se acha, como o próprio afirmou, tão honesto que, para o igualar, cada português teria de nascer duas vezes. A lata de tal afirmação só é comparável à distinta lata de agora vir prometer que exercerá uma presidência activa. E fala assim quem esteve todo este tempo nessa mesma presidência, falando de si próprio na terceira pessoa, como que a confirmar essa ausência de acção que foi o seu primeiro mandato. Promete agora uma solução para o problema do qual fez parte. Mas, nisto das explicações, Manuel Alegre não consegue fazer melhor. Sobre os polémicos mil e quinhentos euros que recebeu, ora diz que os devolveu, ora diz que se continuaram na sua conta nem se deu conta disso. Andamos, por isso, 'entretidos' neste carrossel de barbaridades, onde até uma candidatura como a de José Manuel Coelho começa a ter contornos mais realistas do que a loucura geral deste "país das maravilhas". Caricatura do regime político português que vai de mal a pior, Coelho arrisca-se a ganhar os votos de protesto de quem já anda a perder a paciência para tanta palhaçada. É que perante a balbúrdia geral, algumas das suas declarações têm a lucidez que, tantas vezes, falta aos restantes. Veja-se, a título de exemplo, a leitura que faz de cada um dos seus adversários. Para Coelho, Cavaco Silva é um neoliberal cujo expoente máximo está no caso BPN. Manuel Alegre é "um revolucionário que deixou de sonhar". Defensor Moura é um "candidato lebre"de Manuel Alegre. E Francisco Lopes é o candidato para segurar o eleitorado do PCP. Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.

Só assim se explica que estejamos há vários dias a discutir os negócios de Cavaco Silva com o BPN e os 1500 euros que o poeta Alegre recebeu por um texto literário usado numa campanha publicitária a um banco.

Como se não bastasse a pequenez dos assuntos, ainda somos bombardeados pelo 'brilhantismo' das explicações, ou pela opacidade de quem nada explica. Cavaco Silva, ou o Sr. Silva, conforme a ocasião, remete-se ao silêncio de quem se acha, como o próprio afirmou, tão honesto que, para o igualar, cada português teria de nascer duas vezes. A lata de tal afirmação só é comparável à distinta lata de agora vir prometer que exercerá uma presidência activa. E fala assim quem esteve todo este tempo nessa mesma presidência, falando de si próprio na terceira pessoa, como que a confirmar essa ausência de acção que foi o seu primeiro mandato. Promete agora uma solução para o problema do qual fez parte. Mas, nisto das explicações, Manuel Alegre não consegue fazer melhor. Sobre os polémicos mil e quinhentos euros que recebeu, ora diz que os devolveu, ora diz que se continuaram na sua conta nem se deu conta disso. Andamos, por isso, 'entretidos' neste carrossel de barbaridades, onde até uma candidatura como a de José Manuel Coelho começa a ter contornos mais realistas do que a loucura geral deste "país das maravilhas". Caricatura do regime político português que vai de mal a pior, Coelho arrisca-se a ganhar os votos de protesto de quem já anda a perder a paciência para tanta palhaçada. É que perante a balbúrdia geral, algumas das suas declarações têm a lucidez que, tantas vezes, falta aos restantes. Veja-se, a título de exemplo, a leitura que faz de cada um dos seus adversários. Para Coelho, Cavaco Silva é um neoliberal cujo expoente máximo está no caso BPN. Manuel Alegre é "um revolucionário que deixou de sonhar". Defensor Moura é um "candidato lebre"de Manuel Alegre. E Francisco Lopes é o candidato para segurar o eleitorado do PCP. Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.

Como se não bastasse a pequenez dos assuntos, ainda somos bombardeados pelo 'brilhantismo' das explicações, ou pela opacidade de quem nada explica.

Cavaco Silva, ou o Sr. Silva, conforme a ocasião, remete-se ao silêncio de quem se acha, como o próprio afirmou, tão honesto que, para o igualar, cada português teria de nascer duas vezes. A lata de tal afirmação só é comparável à distinta lata de agora vir prometer que exercerá uma presidência activa. E fala assim quem esteve todo este tempo nessa mesma presidência, falando de si próprio na terceira pessoa, como que a confirmar essa ausência de acção que foi o seu primeiro mandato. Promete agora uma solução para o problema do qual fez parte. Mas, nisto das explicações, Manuel Alegre não consegue fazer melhor. Sobre os polémicos mil e quinhentos euros que recebeu, ora diz que os devolveu, ora diz que se continuaram na sua conta nem se deu conta disso. Andamos, por isso, 'entretidos' neste carrossel de barbaridades, onde até uma candidatura como a de José Manuel Coelho começa a ter contornos mais realistas do que a loucura geral deste "país das maravilhas". Caricatura do regime político português que vai de mal a pior, Coelho arrisca-se a ganhar os votos de protesto de quem já anda a perder a paciência para tanta palhaçada. É que perante a balbúrdia geral, algumas das suas declarações têm a lucidez que, tantas vezes, falta aos restantes. Veja-se, a título de exemplo, a leitura que faz de cada um dos seus adversários. Para Coelho, Cavaco Silva é um neoliberal cujo expoente máximo está no caso BPN. Manuel Alegre é "um revolucionário que deixou de sonhar". Defensor Moura é um "candidato lebre"de Manuel Alegre. E Francisco Lopes é o candidato para segurar o eleitorado do PCP. Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.

Cavaco Silva, ou o Sr. Silva, conforme a ocasião, remete-se ao silêncio de quem se acha, como o próprio afirmou, tão honesto que, para o igualar, cada português teria de nascer duas vezes. A lata de tal afirmação só é comparável à distinta lata de agora vir prometer que exercerá uma presidência activa. E fala assim quem esteve todo este tempo nessa mesma presidência, falando de si próprio na terceira pessoa, como que a confirmar essa ausência de acção que foi o seu primeiro mandato. Promete agora uma solução para o problema do qual fez parte.

Mas, nisto das explicações, Manuel Alegre não consegue fazer melhor. Sobre os polémicos mil e quinhentos euros que recebeu, ora diz que os devolveu, ora diz que se continuaram na sua conta nem se deu conta disso. Andamos, por isso, 'entretidos' neste carrossel de barbaridades, onde até uma candidatura como a de José Manuel Coelho começa a ter contornos mais realistas do que a loucura geral deste "país das maravilhas". Caricatura do regime político português que vai de mal a pior, Coelho arrisca-se a ganhar os votos de protesto de quem já anda a perder a paciência para tanta palhaçada. É que perante a balbúrdia geral, algumas das suas declarações têm a lucidez que, tantas vezes, falta aos restantes. Veja-se, a título de exemplo, a leitura que faz de cada um dos seus adversários. Para Coelho, Cavaco Silva é um neoliberal cujo expoente máximo está no caso BPN. Manuel Alegre é "um revolucionário que deixou de sonhar". Defensor Moura é um "candidato lebre"de Manuel Alegre. E Francisco Lopes é o candidato para segurar o eleitorado do PCP. Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.

Mas, nisto das explicações, Manuel Alegre não consegue fazer melhor. Sobre os polémicos mil e quinhentos euros que recebeu, ora diz que os devolveu, ora diz que se continuaram na sua conta nem se deu conta disso.

Andamos, por isso, 'entretidos' neste carrossel de barbaridades, onde até uma candidatura como a de José Manuel Coelho começa a ter contornos mais realistas do que a loucura geral deste "país das maravilhas". Caricatura do regime político português que vai de mal a pior, Coelho arrisca-se a ganhar os votos de protesto de quem já anda a perder a paciência para tanta palhaçada. É que perante a balbúrdia geral, algumas das suas declarações têm a lucidez que, tantas vezes, falta aos restantes. Veja-se, a título de exemplo, a leitura que faz de cada um dos seus adversários. Para Coelho, Cavaco Silva é um neoliberal cujo expoente máximo está no caso BPN. Manuel Alegre é "um revolucionário que deixou de sonhar". Defensor Moura é um "candidato lebre"de Manuel Alegre. E Francisco Lopes é o candidato para segurar o eleitorado do PCP. Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.

Andamos, por isso, 'entretidos' neste carrossel de barbaridades, onde até uma candidatura como a de José Manuel Coelho começa a ter contornos mais realistas do que a loucura geral deste "país das maravilhas".

Caricatura do regime político português que vai de mal a pior, Coelho arrisca-se a ganhar os votos de protesto de quem já anda a perder a paciência para tanta palhaçada. É que perante a balbúrdia geral, algumas das suas declarações têm a lucidez que, tantas vezes, falta aos restantes. Veja-se, a título de exemplo, a leitura que faz de cada um dos seus adversários. Para Coelho, Cavaco Silva é um neoliberal cujo expoente máximo está no caso BPN. Manuel Alegre é "um revolucionário que deixou de sonhar". Defensor Moura é um "candidato lebre"de Manuel Alegre. E Francisco Lopes é o candidato para segurar o eleitorado do PCP. Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.

Caricatura do regime político português que vai de mal a pior, Coelho arrisca-se a ganhar os votos de protesto de quem já anda a perder a paciência para tanta palhaçada.

É que perante a balbúrdia geral, algumas das suas declarações têm a lucidez que, tantas vezes, falta aos restantes. Veja-se, a título de exemplo, a leitura que faz de cada um dos seus adversários. Para Coelho, Cavaco Silva é um neoliberal cujo expoente máximo está no caso BPN. Manuel Alegre é "um revolucionário que deixou de sonhar". Defensor Moura é um "candidato lebre"de Manuel Alegre. E Francisco Lopes é o candidato para segurar o eleitorado do PCP. Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.

É que perante a balbúrdia geral, algumas das suas declarações têm a lucidez que, tantas vezes, falta aos restantes. Veja-se, a título de exemplo, a leitura que faz de cada um dos seus adversários. Para Coelho, Cavaco Silva é um neoliberal cujo expoente máximo está no caso BPN. Manuel Alegre é "um revolucionário que deixou de sonhar". Defensor Moura é um "candidato lebre"de Manuel Alegre. E Francisco Lopes é o candidato para segurar o eleitorado do PCP.

Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.

Pena que o senhor Coelho não seja apenas este homem que hoje vemos nas Presidenciais. Pena que seja, ao mesmo tempo, o político que fez campanha num carro funerário e que exibiu uma bandeira nazi no parlamento. Pena que seja, também ele, o resultado da falta de qualidade de uma classe política cada vez menos aconselhável e cada vez mais exótica nas suas práticas e no seu discurso.