Alexandra Serafina Freitas Ribeiro Venho opinar sobre os Horários do Funchal, mais concretamente em relação à reportagem deste Diário, no dia 21 de Janeiro de 2011 sobre as Alterações nas "Camionetas". No destaque deste artigo o Senhor Marco Vasconcelos esclarece sobre algumas questões inerentes aos pontos negativos apontados pelos clientes desta empresa. No que concerne às reclamações em que as crianças que têm de fazer transbordo em locais onde o trânsito é mais afluente, o Senhor Marco Vasconcelos comenta que para além de existirem entidades que podem intervir em relação à segurança das mesmas, salienta ainda que "…em outros pontos do país, há crianças a deslocarem-se em sítios muito mais perigosos" - Que não nos sirva de consolo saber que existem crianças em perigo eminente! Não se pronunciou relativamente às crianças que viajam de pé, conforme salienta a reportagem, mas a lei (está afixada no autocarro) prevê que estas devem ser transportadas em segurança, pelo que deviam viajar sentadas. Se calhar em outros pontos do país vão penduradas! De facto, o ser humano é sempre resistente à mudança, mas acaba por se adaptar. Num espaço de 6 meses muitos quotidianos foram alterados, tal como muitos dos Vossos itinerários! Reforço ainda que pagamos BEM pelos Vossos serviços, temos os transportes mais caros do país, tenho a certeza que também têm conhecimento desta realidade. È visível que existe preocupação da Vossa empresa em oferecer um bom serviço e inovar, mas reconheçam que existem discrepâncias. Dou-vos um exemplo do qual sou testemunha presencial. Na estrada Monumental era um "desfilar" do 01 - Linha Verde, agora é "secar", mesmo com a reposição de outras carreiras (ex: nº2). Então se foi realizada uma auscultação sustentada na oferta e procura, esta situação devia estar ultrapassada. Tem de haver consistência nas Vossas decisões, não decidam desde os gabinetes, oiçam quem anda cá fora nos Vossos autocarros e porque não ouvir os motoristas? Se calhar ficariam muito surpreendidos!