Maria Susana Mexia Todos sabemos que o período de tempo designado por Estado Novo, de 1926 a 1974, foi caracterizado por uma ditadura política, em regime de partido único, que afectou a liberdade dos media. É bom não esquecer os muitos e ridículos cortes, de que todas as notícias eram alvo. A censura e o exame prévio, limitaram durante muitos anos a expressão e o pensamento, em todas as formas pelas quais se poderiam manifestar. Com a revolução de 25 de Abril e a instituição da democracia foi abolida a censura, o que em si constitui uma conquista extraordinária, em nome da liberdade, pela qual todos ansiávamos. Todavia, de alguns anos a esta parte, assistimos a uma verdadeira derrapagem no sentido oposto. A preocupação já não é dar a notícia e informar, mas agitar, intoxicar, inquietar e sobretudo, denegrir a imagem de todos os que caiem nas suas mãos. Muitos são mais ou menos enxovalhados, com o levantar de suspeitas, difamações e histórias invertidas, mal contadas, distorcidas, ou quiçá, mesmo de todo irreais. Ninguém fica ileso, Governo, Justiça, Saúde e Futebol, entre outros, são alguns dos alvos escolhidos pelos novos agentes de informação. Todos os conhecemos bem, com o seu ar provocador não se coíbem de perguntar, contornar, insinuar e concluir, parcial e intencionalmente, sobre o que o seu entrevistado quiz ou não dizer. Acredito que algumas "coisas" não estarão bem, mas no meio de tanta panóplia construída e distorcida, o facto é que o pacato cidadão com direito a ser informado, fica cada vez mais confuso, deprimido e triste, sem saber em quem ou em quê, há-de acreditar. Como exemplo, cito só o problema da Casa Pia: alguém sabe explicar o verdadeiramente aconteceu ou ainda acontece? Quem sofreu e sofre continua indefeso e de verdade pouco sabemos a quem culpar...Correm os anos, rios de tinta e dinheiro saído dos nossos bolsos em investigações, processos judiciais e indemnizações, mas o espectro da verdade ou da mentira continua a assombrar os nossos espíritos... Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou. Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

A censura e o exame prévio, limitaram durante muitos anos a expressão e o pensamento, em todas as formas pelas quais se poderiam manifestar.

Com a revolução de 25 de Abril e a instituição da democracia foi abolida a censura, o que em si constitui uma conquista extraordinária, em nome da liberdade, pela qual todos ansiávamos. Todavia, de alguns anos a esta parte, assistimos a uma verdadeira derrapagem no sentido oposto. A preocupação já não é dar a notícia e informar, mas agitar, intoxicar, inquietar e sobretudo, denegrir a imagem de todos os que caiem nas suas mãos. Muitos são mais ou menos enxovalhados, com o levantar de suspeitas, difamações e histórias invertidas, mal contadas, distorcidas, ou quiçá, mesmo de todo irreais. Ninguém fica ileso, Governo, Justiça, Saúde e Futebol, entre outros, são alguns dos alvos escolhidos pelos novos agentes de informação. Todos os conhecemos bem, com o seu ar provocador não se coíbem de perguntar, contornar, insinuar e concluir, parcial e intencionalmente, sobre o que o seu entrevistado quiz ou não dizer. Acredito que algumas "coisas" não estarão bem, mas no meio de tanta panóplia construída e distorcida, o facto é que o pacato cidadão com direito a ser informado, fica cada vez mais confuso, deprimido e triste, sem saber em quem ou em quê, há-de acreditar. Como exemplo, cito só o problema da Casa Pia: alguém sabe explicar o verdadeiramente aconteceu ou ainda acontece? Quem sofreu e sofre continua indefeso e de verdade pouco sabemos a quem culpar...Correm os anos, rios de tinta e dinheiro saído dos nossos bolsos em investigações, processos judiciais e indemnizações, mas o espectro da verdade ou da mentira continua a assombrar os nossos espíritos... Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou. Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Com a revolução de 25 de Abril e a instituição da democracia foi abolida a censura, o que em si constitui uma conquista extraordinária, em nome da liberdade, pela qual todos ansiávamos.

Todavia, de alguns anos a esta parte, assistimos a uma verdadeira derrapagem no sentido oposto. A preocupação já não é dar a notícia e informar, mas agitar, intoxicar, inquietar e sobretudo, denegrir a imagem de todos os que caiem nas suas mãos. Muitos são mais ou menos enxovalhados, com o levantar de suspeitas, difamações e histórias invertidas, mal contadas, distorcidas, ou quiçá, mesmo de todo irreais. Ninguém fica ileso, Governo, Justiça, Saúde e Futebol, entre outros, são alguns dos alvos escolhidos pelos novos agentes de informação. Todos os conhecemos bem, com o seu ar provocador não se coíbem de perguntar, contornar, insinuar e concluir, parcial e intencionalmente, sobre o que o seu entrevistado quiz ou não dizer. Acredito que algumas "coisas" não estarão bem, mas no meio de tanta panóplia construída e distorcida, o facto é que o pacato cidadão com direito a ser informado, fica cada vez mais confuso, deprimido e triste, sem saber em quem ou em quê, há-de acreditar. Como exemplo, cito só o problema da Casa Pia: alguém sabe explicar o verdadeiramente aconteceu ou ainda acontece? Quem sofreu e sofre continua indefeso e de verdade pouco sabemos a quem culpar...Correm os anos, rios de tinta e dinheiro saído dos nossos bolsos em investigações, processos judiciais e indemnizações, mas o espectro da verdade ou da mentira continua a assombrar os nossos espíritos... Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou. Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Todavia, de alguns anos a esta parte, assistimos a uma verdadeira derrapagem no sentido oposto. A preocupação já não é dar a notícia e informar, mas agitar, intoxicar, inquietar e sobretudo, denegrir a imagem de todos os que caiem nas suas mãos.

Muitos são mais ou menos enxovalhados, com o levantar de suspeitas, difamações e histórias invertidas, mal contadas, distorcidas, ou quiçá, mesmo de todo irreais. Ninguém fica ileso, Governo, Justiça, Saúde e Futebol, entre outros, são alguns dos alvos escolhidos pelos novos agentes de informação. Todos os conhecemos bem, com o seu ar provocador não se coíbem de perguntar, contornar, insinuar e concluir, parcial e intencionalmente, sobre o que o seu entrevistado quiz ou não dizer. Acredito que algumas "coisas" não estarão bem, mas no meio de tanta panóplia construída e distorcida, o facto é que o pacato cidadão com direito a ser informado, fica cada vez mais confuso, deprimido e triste, sem saber em quem ou em quê, há-de acreditar. Como exemplo, cito só o problema da Casa Pia: alguém sabe explicar o verdadeiramente aconteceu ou ainda acontece? Quem sofreu e sofre continua indefeso e de verdade pouco sabemos a quem culpar...Correm os anos, rios de tinta e dinheiro saído dos nossos bolsos em investigações, processos judiciais e indemnizações, mas o espectro da verdade ou da mentira continua a assombrar os nossos espíritos... Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou. Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Muitos são mais ou menos enxovalhados, com o levantar de suspeitas, difamações e histórias invertidas, mal contadas, distorcidas, ou quiçá, mesmo de todo irreais.

Ninguém fica ileso, Governo, Justiça, Saúde e Futebol, entre outros, são alguns dos alvos escolhidos pelos novos agentes de informação. Todos os conhecemos bem, com o seu ar provocador não se coíbem de perguntar, contornar, insinuar e concluir, parcial e intencionalmente, sobre o que o seu entrevistado quiz ou não dizer. Acredito que algumas "coisas" não estarão bem, mas no meio de tanta panóplia construída e distorcida, o facto é que o pacato cidadão com direito a ser informado, fica cada vez mais confuso, deprimido e triste, sem saber em quem ou em quê, há-de acreditar. Como exemplo, cito só o problema da Casa Pia: alguém sabe explicar o verdadeiramente aconteceu ou ainda acontece? Quem sofreu e sofre continua indefeso e de verdade pouco sabemos a quem culpar...Correm os anos, rios de tinta e dinheiro saído dos nossos bolsos em investigações, processos judiciais e indemnizações, mas o espectro da verdade ou da mentira continua a assombrar os nossos espíritos... Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou. Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Ninguém fica ileso, Governo, Justiça, Saúde e Futebol, entre outros, são alguns dos alvos escolhidos pelos novos agentes de informação. Todos os conhecemos bem, com o seu ar provocador não se coíbem de perguntar, contornar, insinuar e concluir, parcial e intencionalmente, sobre o que o seu entrevistado quiz ou não dizer.

Acredito que algumas "coisas" não estarão bem, mas no meio de tanta panóplia construída e distorcida, o facto é que o pacato cidadão com direito a ser informado, fica cada vez mais confuso, deprimido e triste, sem saber em quem ou em quê, há-de acreditar. Como exemplo, cito só o problema da Casa Pia: alguém sabe explicar o verdadeiramente aconteceu ou ainda acontece? Quem sofreu e sofre continua indefeso e de verdade pouco sabemos a quem culpar...Correm os anos, rios de tinta e dinheiro saído dos nossos bolsos em investigações, processos judiciais e indemnizações, mas o espectro da verdade ou da mentira continua a assombrar os nossos espíritos... Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou. Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Acredito que algumas "coisas" não estarão bem, mas no meio de tanta panóplia construída e distorcida, o facto é que o pacato cidadão com direito a ser informado, fica cada vez mais confuso, deprimido e triste, sem saber em quem ou em quê, há-de acreditar.

Como exemplo, cito só o problema da Casa Pia: alguém sabe explicar o verdadeiramente aconteceu ou ainda acontece? Quem sofreu e sofre continua indefeso e de verdade pouco sabemos a quem culpar...Correm os anos, rios de tinta e dinheiro saído dos nossos bolsos em investigações, processos judiciais e indemnizações, mas o espectro da verdade ou da mentira continua a assombrar os nossos espíritos... Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou. Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Como exemplo, cito só o problema da Casa Pia: alguém sabe explicar o verdadeiramente aconteceu ou ainda acontece? Quem sofreu e sofre continua indefeso e de verdade pouco sabemos a quem culpar...Correm os anos, rios de tinta e dinheiro saído dos nossos bolsos em investigações, processos judiciais e indemnizações, mas o espectro da verdade ou da mentira continua a assombrar os nossos espíritos...

Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou. Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Recordo, quando há uns anos, numa Palestra, um jovem adolescente perguntou ao jornalista Carlos Fino, como era possível numa época em que tanto se falava em príncipos éticos e seriedade na informação, haver uma corrida desenfreada às maiores audiências, sem atender ao conteúdo da informação, atropelando-se mesmo algumas liberdades. Ele, no seu jeito educado e experiente de jornalista sério, o "homem da guerra em directo", procurou contornar a questão, para não apontar o dedo ou magoar alguém mas, eu de perto, reparei como umas gotas lhe saltaram na testa e compreendi o que esta situação representava para um profissional com principios, que apostou na excelência, para além da humildade e honestidade, com que sempre trabalhou.

Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão. Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Recuando mais no tempo, atrevia-me a recordar o Código Deontológica dos Jornalistas Portugueses, aprovado em 1993 por todos os detentores da Carteira Profissional, nos seus singelos e elucidativos 10 artigos, que abrangem com uma coerência ampla, inteligente e clara, especificando tudo o que deve ser feito e também o que não pode, de forma alguma, ser motivo de atropelo ou de transgressão.

Pasmei como em 17 anos tanto se prevaricou nesta área! A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

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A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana. Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

A perenidade dos valores é uma constante para além dos tempos, o bem é sempre bem e o mal é sempre mal, matar é crime e roubar também, quantos menos paliativos houver, mais segurança e consistência terá a liberdade humana.

Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo. Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Naturalmente que cada época tem os seus contornos, pelo que se tem de ajustar a forma de implementar os mesmos valores integrando-os nas sociedades modernas, mas nunca trocá-los pelo oposto ou inverter os seus conteúdo.

Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem. Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"? É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Instalada a permissividade, segue-se a demissão de intervir, o desleixo e a apatia, fruto das ideias do relativismo, esse espaço amplo e pardo onde acontecem as maiores atrocidades e atropelos à dignidade do Homem.

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Diz o ditado que "quem cala consente", ou que " tão ladrão é o que rouba como o que deixa roubar". Será que a "voz do povo já não é a voz de Deus"?

É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser. Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

É possível que, com os orgãos de informação a "moldarem a nossa cabeça", bitolando tudo pelo básico, superfícial e daninho, todos se vão demitindo de reflectir no que ouvem, optando por papaguear o que nos vão impingindo, com a maquiavélica intenção de forjar e moldar todo o nosso ser.

Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final. Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Porém, é um erro grave e creio chegada a altura de parar para pensar, pois em águas turvas e agitadas ninguém se salva, estando aberto o caminho para a derrocada final.

Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição. Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Num país e numa Europa que "ignora" voluntáriamente as suas origens, pactuando com o inimigo, não sabendo para onde vai e insistindo em repelir toda a tradição cultural e religiosa que a formou, é expor-se à mercê de todos os interesses políticos e económicos, de índole ética pouco recomendável, com que somos invadidos e apoderados por outras potências, cuja possível "missão" será mesmo a nossa destruição.

Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.

Fomenta-se a mentira, o horror, o medo, as psicoses aumentam, o laxismo instala-se e este velho e nobre continente atrofia, agoniza com a falta de amplitude de ideias, ideais, tradições e cultura que fizeram do mais pequeno continente um exemplo para todo o mundo.