A Madeira, todos o sabem, todos a procuram, todos a gabam, pela luxuriante vegetação, montanhas a pique até ao mar, vales profundos a perder por entre o arvoredo, as quedas de água, o mar azul de várias tonalidades que a rodeiam, com maior ou menor ondulação a 'beijar' ou a bater nas rochas.

A isso tudo, há que acrescer a fervilhante e pacata civilização possível de encontrar nestes 741 quilómetros quadrados (57 km de comprimento e 22 km de largura). Terrenos cultivados, pequenas 'ilhas' de casas a descer as encostas parecendo que vão todas dar ao mar, ou grandes aglomerados de prédios e urbanizações, a maioria destes 'blocos' habitacionais com pouca ordenação territorial feitos ao sabor do desenvolvimento, grandes linhas de estrada a curvar ou a desaparecer por entre 'furados' nas montanhas para, logo a seguir reaparecerem do outro lado. Mas isso tudo é possível de ver e desfrutar com os 'pés bem assentes em terra'. Tudo isso é possível ver a partir do ar e ficarmos, no final, com a sensação que esta é, de facto, uma experiência de vida, para a vida! Leia mais na edição deste domingo da Revista MAIS. Fotos: Nuno Cunha e Francisco José Cardoso

A isso tudo, há que acrescer a fervilhante e pacata civilização possível de encontrar nestes 741 quilómetros quadrados (57 km de comprimento e 22 km de largura). Terrenos cultivados, pequenas 'ilhas' de casas a descer as encostas parecendo que vão todas dar ao mar, ou grandes aglomerados de prédios e urbanizações, a maioria destes 'blocos' habitacionais com pouca ordenação territorial feitos ao sabor do desenvolvimento, grandes linhas de estrada a curvar ou a desaparecer por entre 'furados' nas montanhas para, logo a seguir reaparecerem do outro lado.

Mas isso tudo é possível de ver e desfrutar com os 'pés bem assentes em terra'. Tudo isso é possível ver a partir do ar e ficarmos, no final, com a sensação que esta é, de facto, uma experiência de vida, para a vida! Leia mais na edição deste domingo da Revista MAIS. Fotos: Nuno Cunha e Francisco José Cardoso

Mas isso tudo é possível de ver e desfrutar com os 'pés bem assentes em terra'. Tudo isso é possível ver a partir do ar e ficarmos, no final, com a sensação que esta é, de facto, uma experiência de vida, para a vida!

Leia mais na edição deste domingo da Revista MAIS. Fotos: Nuno Cunha e Francisco José Cardoso

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Fotos: Nuno Cunha e Francisco José Cardoso