A Nova Direita questiona, esta terça-feira, a
actuação da Autoridade Regional das Actividades Económicas (ARAE) depois de ter
encontrado produtos hortícolas que, segundo o partido, aparentavam estar
deteriorados e permaneciam disponíveis para venda em supermercados da Madeira.

A situação terá sido detectada
durante uma visita de elementos do partido a vários estabelecimentos
comerciais, com o objectivo de avaliar o impacto do aumento dos preços dos bens
essenciais. Jorge Luz, da Nova Direita, afirma, em comunicado, que foram encontrados hortícolas
em condições que suscitaram dúvidas quanto à sua comercialização, situação que
o partido diz ter documentado através de fotografias.

"Onde está a fiscalização? Quem
está a verificar diariamente as condições em que determinados produtos são
colocados à venda? Quem protege o consumidor madeirense?", questiona Jorge Luz.

Sem acusar o estabelecimento de
qualquer infracção, a Nova Direita pede à ARAE que fiscalize os locais em
causa, apure as condições dos produtos e esclareça eventuais medidas adoptadas
caso sejam confirmadas irregularidades. O partido reclama ainda maior transparência
relativamente às acções de fiscalização realizadas nos supermercados da Região.

A Nova Direita aproveita também
para recordar que o coordenador regional, Paulo Azevedo, solicitou
anteriormente uma reunião com a ARAE, garantindo que, até ao momento, não
recebeu resposta ao pedido.