
Em 2016 foi lançado o primeiro espumante madeirense para comemorar os meus cinquenta anos de casado com a mesma mulher, feito em 2014 e acabado no ano do seu lançamento. Foi um sucesso no que se refere à qualidade e como não estávamos satisfeitos deixamos passar mais um ano, prolongando assim o seu estágio em garrafa. Tínhamos tido a promessa da então Presidente do Instituto do Vinho e Bordado da Madeira que seria montado na adega de São Vicente o equipamento necessário ao seu acabamento, mas por razões que desconhecemos a Secretaria Regional da Agricultura não dotou aquele Instituto do orçamento necessário, para apoiar o lançamento de um produto que era novidade na Região. Não sabemos se foi por boicote, ou não, daquele membro do Governo ou até mesmo do próprio Governo, o dito equipamento nunca apareceu. Sabemos apenas que o Instituto não tinha verba. Eram necessários vários milhares de euros e como não somos pessoa de desistir à primeira contrariedade, fizemos um grande esforço financeiro e compramos o que era necessário e o restante foi e continua a ser feito manualmente, o que, de certa forma valoriza o produto.