A greve geral desta quarta-feira, 3 de Junho, registou uma adesão de cerca de 34% no Serviço de Saúde da Região (SESARAM), conforme deu conta, esta tarde, ao DIÁRIO, aquele serviço público. Incluem-se neste número tanto os cuidados de saúde primários, como os serviços hospitalares.

Na nota enviada ao DIÁRIO, o SESARAM reconhece o direito à greve dos profissionais de saúde, lamentando, contudo, os constrangimentos causados aos utentes em consequência da prestação dos serviços mínimos.

A entidade garante que "todas as situações urgentes e inadiáveis estão a ser asseguradas", mantendo-se a resposta necessária aos casos que exigem intervenção prioritária.

A paralisação afectou diversos serviços de saúde da Região, embora o funcionamento das áreas consideradas essenciais tenha sido salvaguardado ao longo do dia.