A empresa chinesa Nanchang Fireworks Industries Co., Ltd. foi a vencedora do Troféu do Atlântico, atribuído pelo do júri, do Concurso Internacional de Fogo de Artifício da
Madeira 2026 (CIFAM), sendo que a empresa ucraniana Dance of Fire foi a
escolhida pelo público para receber o 'Troféu Madeira tão Tua'.
Integrado no Festival do
Atlântico, evento organizado pela Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e
Cultura, através da Direção Regional do Turismo, o concurso voltou a
transformar as noites de Junho num palco de criatividade, inovação e excelência
artística, reunindo este ano empresas do Canadá, da China e da Ucrânia numa
competição que atraiu milhares de residentes e visitantes à baía do Funchal.
O espectáculo 'Flores
em Chamas: O Desabrochar da Luz', apresentado a 13 de Junho, da empresa Nanchang
Fireworks Industries Co., Ltd conquistou o júri. Já o
espectáculo 'Magia do Atlântico: Uma Ponte Sobre o Oceano' apresentado
pela Dance of Fire no passado dia 21 de Junho, cativou o público que
participou na votação promovida pela SRTAC/DRT.

A edição de 2026 contou
ainda com a participação da empresa canadiana Firemaster Productions Inc., que
abriu o concurso com o espetáculo 'A Fronteira Final', contribuindo para uma
edição marcada pela diversidade criativa e pela elevada qualidade das propostas
apresentadas.
Para o secretário
regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, o concurso voltou a mostrar a capacidade da Madeira para acolher eventos de dimensão
internacional e proporcionar experiências diferenciadoras a quem visita a
Região. "O Concurso
Internacional de Fogo de Artifício da Madeira é hoje uma referência reconhecida
além-fronteiras. A qualidade dos espetáculos apresentados este ano confirma o prestígio
que esta iniciativa alcançou junto das melhores empresas do setor e reforça a capacidade
da Madeira para oferecer eventos únicos, capazes de surpreender e emocionar
quem nos visita”, afirma.
O governante considera
que esta edição do Festival do Atlântico correspondeu com os
objectivos definidos, quer em termos de animação turística, quer na valorização
da oferta cultural regional.
“Tivemos um mês de Junho
particularmente dinâmico, com uma programação diversificada e consistente que
voltou a mobilizar residentes e visitantes. O Festival do Atlântico é um
exemplo claro da forma como a cultura, o entretenimento e o turismo podem
convergir para criar valor para a Região, contribuindo simultaneamente para a
projeção externa da Madeira e para a dinamização da economia local”, sublinha o governante através de um comunicado de imprensa.
Eduardo Jesus verifica ainda a evolução do evento ao longo das últimas duas décadas, considerando que
o Festival do Atlântico se afirmou como uma das principais marcas da
programação turística regional. "Mais de duas décadas
depois da sua criação, o Festival do Atlântico continua a reinventar-se e a
crescer. É um evento que marca o arranque da animação de verão na Madeira, que
gera notoriedade internacional e que acrescenta valor à experiência de quem
escolhe a nossa Região como destino”, refere.
Além do concurso
internacional, a edição deste ano integrou outros espectáculos piromusicais
realizados em diferentes concelhos da Região, nomeadamente em Machico, no
âmbito do Mercado Quinhentista, e no Porto Santo, nas comemorações de São João,
reforçando a abrangência territorial da iniciativa.
O espectáculo de
encerramento do Festival do Atlântico 2026 acontece hoje, às 22h30, no Cais do Funchal, com o momento piromusical extraconcurso
'Gerações', apresentado pela empresa Macedo’s Pirotecnia.
Criado em 2002, o
Festival do Atlântico continua a assumir-se como um dos mais importantes
eventos culturais e turísticos da Madeira, reunindo anualmente milhares de
espectadores em torno de uma programação que cruza arte, música, espectáculo e
identidade.

