Mal entrou em vigor a lei do Mecanismo de Continuidade
Territorial (antes designado Subsídio Social de Mobilidade), a TAP mexeu no seu
tarifário para a rota Lisboa-Funchal, com agravamentos de preços que estão a
lesar os passageiros insulares. Ontem, por exemplo, todos os lugares colocados
à venda eram da classe Y, a tarifa mais elevada da classe económica, fixada em
398,68 euros. O tema faz a manchete da edição impressa desta segunda-feira do
DIÁRIO.

A foto com maior destaque na primeira página ilustra uma notícia
que revela que o Instituto das Florestas e Conservação da Natureza está a contratar
vigilância privada para o controlo de acesso aos percursos pedestres. O serviço
será assegurado até Dezembro e custa 320 mil euros. Entretanto, o IFCN mantém a
requisição da PSP para disciplinar o trânsito em quatro áreas naturais de
grande pressão turística.

Nesta edição ficamos também a saber que o concurso das energias renováveis registou
forte procura. Foram entregues 17 propostas para a produção de energia
equivalente a 15% do consumo anual da Madeira.

Há para ler uma entrevista com Nancy Gomes, autora do novo
livro ‘Venezuela: um país em suspenso’, que chega hoje aos pontos de venda. “O petróleo determinou uma boa parte da
história”, diz a autora.

Por fim, há a notícia de que a Madeira já começou a tratar
pessoas dependentes de apostas online.

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