Pelo que vejo, leio, e analiso, cada vez mais é pedido às crianças que tenham “altas notas” que depois são alvo de troféus escolares. Que sejam “Cristianos Ronaldos” no futebol, quando ainda nem sabem colocar muito bem o pé na bola nem identificar as posições do jogo, levando-as ao espírito precoce de competição, que as faz sofrer bastante quando os resultados não são o que deles desejam. O mesmo acontece em outras modalidades desportivas. É ver a cara de sofrimento quando as crianças não conseguem atingir os objetivos dos seus progenitores, sejam eles quem forem.