No âmbito do acompanhamento do projecto
‘Pxo@EmpoweringFutures – E9G’, dinamizado pela Associação Casa do Voluntário, a
secretária regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido,
deslocou-se esta quarta-feira, 13 de Maio, ao Porto Santo.

Criado em 2001, o ‘Programa Escolhas’ tem como
missão promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de
contextos socioeconómicos mais vulneráveis, através do desenvolvimento de
competências pessoais, sociais, cognitivas e de pensamento crítico e criativo.
Cofinanciado pela União Europeia, no âmbito da medida ‘Pessoas 2030’, o
programa integra atualmente 118 projectos em todo o país. Na Região Autónoma da
Madeira, decorrem duas iniciativas: uma em Santa Cruz e outra no Porto Santo.

“O projecto ‘Pxo@EmpoweringFutures’ demonstra
que a insularidade não pode constituir um obstáculo à igualdade de
oportunidades. Ao investirmos nestas crianças e jovens, estamos a capacitá-los
com ferramentas concretas para que o contexto socioeconómico não determine os
limites dos seus sonhos, garantindo que ninguém fique para trás no percurso
rumo ao sucesso escolar e profissional”, destacou a governante.

A visita contou ainda com a
presença do director regional de Juventude, André Alves, do vice-presidente do
Instituto Português do Desporto e Juventude, Paulo Santos, do diretor do
Departamento de Programas Juvenis, Francisco Neves, e do responsável pelo
Programa Escolhas para as regiões Centro, Sul e Ilhas, João Matela.

Durante a deslocação ao Porto Santo, Paula
Margarido, acompanhada pela presidente do Instituto de Segurança Social da
Madeira, Nivalda Gonçalves, reuniu-se igualmente com instituições parceiras
locais e participou na conferência ‘Porto Santo: Cuidar, incluir e
Transformar’, momento em que foi apresentado o ‘Estudo de Caracterização da
População Idosa (65+)’, promovido pelo município do Porto Santo.

Na sua intervenção, a secretária regional
abordou ainda as respostas sociais implementadas pelo Governo Regional,
sublinhando a importância do conhecimento rigoroso da realidade social para a
definição de políticas públicas.

“Este estudo representa conhecimento. E
governar bem exige precisamente isso: conhecer a realidade, ouvir as pessoas e
planear respostas ajustadas às necessidades concretas da população”, afirmou.