“São cem flores em cada colar”.
José Luís explica a um dos seus clientes como são feitos os colares que, hoje,
está a vender em frente à Sé do Funchal. Há cerca de oito anos que este é o
local onde vende aqueles que fazem parte da tradição do 1.º de Maio, na Madeira.

Com a azáfama junto à Catedral,
onde estavam a ser orados os laudes a São Tiago Menor, o homem residente na
Camacha espera vender até ao final do dia os 150 colares que tem disponíveis.

Ao DIÁRIO explica que se demora
cerca de 2 a 3 minutos para fazer cada colar, unindo as cem flores que o compõem.
O mais complicado é mesmo colher todas as flores, um trabalho que levou cerca
de uma semana. Ao longo dos anos o movimento tem sido sempre praticamente o
mesmo, pelo que com o dia de sol que se faz sentir no Funchal, espera que o
negócio corra de feição.