O Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (SESARAM)
informou que a taxa de adesão à greve, nos cuidados de saúde primários e
hospitalares, fixou-se em cerca de 15%, no âmbito da greve agendada para hoje pela Federação Nacional de Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS).

Em comunicado, o SESARAM sublinha que, "em nenhum momento", foi colocado em causa o direito à greve nem o cumprimento do que foi definido em reunião negocial sobre serviços mínimos, realizada na Direcção Regional do Trabalho, cujas decisões ficaram registadas em ata e foram integralmente cumpridas.

"É lamentável que o sindicato em causa tenha proferido afirmações
públicas sobre matérias de gestão interna do SESARAM que evidenciam, de forma
notória, a falta de conhecimento efetivo da organização e do funcionamento dos
serviços", sublinha, acrescentando que reconhece o
direito à greve, lamentando, contudo, os constrangimentos causados aos utentes,
inerentes à prestação dos serviços mínimos. "Todas as situações urgentes e
inadiáveis estão a ser asseguradas", garante.

Por fim, o SESARAM reafirma o seu compromisso com o cumprimento da
legislação laboral em vigor e com a defesa simultânea dos direitos dos
trabalhadores e dos direitos dos cidadãos que recorrem ao Serviço de Saúde da
Região Autónoma da Madeira.