O mandatário regional da candidatura de António José Seguro na Madeira, Miguel Silva Gouveia, lançou esta quinta-feira, 5 de Fevereiro, um
derradeiro apelo ao voto, reafirmando que o
candidato apoiado pelo PS é o "garante da defesa da Constituição e do respeito pela Autonomia
regional".

Numa iniciativa levada a efeito no centro do
Funchal, neste penúltimo dia de campanha para as Presidenciais, Miguel Silva Gouveia alertou que a Madeira também
“tem de fazer o seu papel” e contribuir para uma vitória de Seguro no próximo
domingo e aproveitou para criticar aqueles que se refugiam "em silêncios ou em
posições ambíguas".

“A Madeira neste momento não precisa de indigência
política”, afirmou, numa crítica clara aos líderes políticos que fazem apelos à abstenção ou ao voto em branco. “Isso não sai
em benefício de um País que se quer democrata e onde as liberdades cívicas
sejam, efetivamente, cumpridas”, declarou.

Segundo Miguel Silva Gouveia, a Madeira
precisa de liderança e de se assumir como parte da portugalidade, pelo que “a
Autonomia não pode dar falta de comparência quando o que está em causa é todo o
País”.

O mandatário da candidatura apoiada pelo PS
evidenciou a necessidade de, no domingo, as pessoas irem às urnas, alertando
que “sondagens nunca ganharam eleições” e frisando que é importante manifestar,
pelo voto, que “a Madeira continua a ser pela democracia, pelo progresso, pela
solidariedade e por uma sociedade que seja fraterna e inclusiva, tratando-nos
como portugueses de primeira”.

“É isso que António José Seguro tem manifestado
ao longo desta campanha. Foi o único candidato que manifestou a vontade de unir
os portugueses e que referiu que quer ser o presidente de todos, sem exceção”,
acrescentou.

Miguel Silva Gouveia adiantou que Seguro será
um presidente de proximidade e que já manifestou ser um defensor intransigente
da Constituição e um respeitador das Autonomias da Madeira e dos Açores, dando
como exemplo a sua oposição às alterações ao Subsídio Social de Mobilidade,
avisando que não permitirá que nenhum pacote legislativo venha discriminar
portugueses. “Espero que, entre a incerteza de uma ruptura com o humanismo, a
unidade e a democracia e uma pessoa que nos dá segurança de que a Madeira será
respeitada e ouvida a nível nacional, os madeirenses optem por António José
Seguro para presidente da República”, expressou.

Como
sublinhou, a Autonomia faz parte de Portugal e ajuda a construir o País. “Neste
momento, só há uma pessoa que nos garante o respeito pelas Autonomias, pela
pessoa humana e por cada português. Essa pessoa é António José Seguro”,
rematou.