O Partido Popular Monárquico (PPM) na Madeira "acompanha com enorme preocupação a situação do
estado da saúde na Região, que se tem vindo a degradar nestes últimos 11 anos,
desde que este Executivo governativo tomou posse e dizemos que, é incrível como
em poucos anos se destrói o que levou décadas a construir", refere uma nota emitida pelo seu coordenador regional, Paulo Brito.
"Infelizmente, o PPM Madeira já alertou várias vezes para
a destruição do Serviço Regional de Saúde (SRS), mas o Governo Regional sempre
fez ouvidos moucos para os nossos alertas, que desde 2016 temos vindo a falar", insiste. "O PPM Madeira alertou para as várias situações que
agora se verificam, desde a falta de materiais mais básicos, como luvas,
batas, etc, até chegarmos à falta de medicamentos para tratamentos de doentes
oncológicos".
E continua: "Infelizmente, também a oposição com assento
parlamentar não tem sabido lidar com este tema e dizemos mesmo que eles
(oposição) 'mandam meia dúzia de postas de pescada para o ar', em
época de eleições para enganar o 'zé povinho', mas também eles não são
capazes de ter um programa de saúde público, como o Programa de Governo
apresentado pelo PPM."
Paulo Brito lamenta que "as pessoas acreditam mais em conversas de
populismos, do que nos partidos que assentam num programa governativo sério e
sólido de governação, como o que apresentámos nas últimas eleições regionais", lembrando que o PPM Madeira "já alertou várias vezes para a
precariedade laboral, tanto dos enfermeiros, como do pessoal médico, e mesmo
assistentes operacionais, como, a falta de profissionais em todas as áreas, da
saúde do SRS e falta de motivação de progressão de carreiras profissionais".
Mais, lamenta, "este Executivo governativo, está mais
voltado para investimentos que só irão levar a Região à falência técnica e
cavar ainda mais fundo a dívida para os madeirenses pagarem até à quinta
geração, também muito por culpa dos partidos da oposição com assento
parlamentar, que não sabem fazer uma verdadeira oposição e vivem absortos e
controlados pelo sistema governativo e só abrem os olhos quando os
profissionais partem para formas de luta mais acesas", atira de enfiada.
Conclui que "o PPM Madeira, como sempre, está atento e sempre um passo à
frente a tudo o que se passa na nossa Região e sempre estaremos atentos, embora
sem assento parlamentar, iremos lutar sempre pelos nossos direitos
fundamentais", garante.

