O deputado do Chega
afirmou, hoje, que existem todas as condições para que a Madeira tenha um novo
modelo de mobilidade aérea, corrigindo as “injustiças criadas pelo atual regime”.
Francisco Gomes,
citado em comunicado de imprensa, destaca que as propostas de apreciação e os
projectos de alteração aprovados em plenário, que seguirão agora para discussão
detalhada na Comissão da Mobilidade, constituem a base para mudanças estruturais
no modelo de mobilidade.
O deputado, que é
coordenador do Chega na Comissão da Mobilidade, sublinha que o seu partido quer
garantir três aspectos fundamentais: a eliminação da exigência de inexistência
de dívidas fiscais ou contributivas para aceder aos pagamentos, o pagamento
apenas do valor fixo da passagem à cabeça pelos residentes e a substituição da
expressão “subsídio social de mobilidade” por “direito compensatório à
mobilidade por via da continuidade territorial”.
“Não é favor nenhum,
é um direito! E os madeirenses não podem continuar a ser tratados como
portugueses de segunda. O que foi feito pelo PSD foi uma afronta à nossa
dignidade e à nossa autonomia”, reforça Francisco Gomes.
O parlamentar
afirma, no entanto, que há outros aspectos que o Chega quer ver consagrados no
novo modelo, adiantando que o partido já está a trabalhar com outros grupos
parlamentares para garantir “um regime mais justo para os residentes na Madeira”.

