A Nova
Direita denunciou, esta segunda-feira, a situação de uma idosa acamada e cega
que vive numa casa degradada na Travessa do Papagaio Verde, no Funchal,
alegando falta de resposta por parte do Instituto de Habitação da Madeira
(IHM).

No local,
Paulo Azevedo afirmou que a família está inscrita no Instituto desde 1991, mas
o processo tem sido sucessivamente adiado. O dirigente fala em condições de
insalubridade, presença de ratos e risco estrutural da habitação, defendendo
que o caso viola o direito constitucional à habitação.

Geraldo
Gomes, filho da idosa, diz que a mãe sofreu um AVC no ano passado, ficou cega e
está acamada, vivendo “sem condições”, com infiltrações e pragas. Garante nunca
ter recebido resposta aos pedidos enviados à IHM e apela a uma solução “digna”.

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