O caso está na ordem do dia. O futebolista brasileiro
Vinícius Júnior, do Real Madrid, condenou os alegados insultos racistas que
terão sido proferidos pelo argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, na derrota
dos ‘encarnados’ na abertura do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga
dos Campeões.

A UEFA abriu uma investigação e nomeou um Inspector de Ética
e Disciplina para averiguar a existência de alegados comportamentos discriminatórios,
no jogo desta terça-feira. Foi ao celebrar o único golo do jogo, que Vinícius
Júnior terá sido alegadamente vítima de insultos racistas por parte do extremo
do Benfica. O avançado corre na direcção do árbitro para lhe comunicar os
alegados insultos, e percebe-se, através das imagens, que o jogador mencionava
a palavra ‘mono’, que significa ‘macaco’ em castelhano.

O árbitro francês François Letexier interrompeu o encontro e
accionou o Protocolo Antirracismo, retomando o jogo quase 10 minutos mais tarde.
Após o encontro, Prestianni negou qualquer insulto racista a Vinícius Júnior,
enquanto o internacional brasileiro e vários jogadores do Real confirmaram a
ofensa da parte do argentino. Esta quarta-feira, o Benfica publicou um vídeo nas
redes sociais que, segundo o clube, desmente os futebolistas do Real Madrid.

Mas, afinal, o que dizem os protocolos sobre racismo no futebol?