A
Alfândega do Porto acolhe a esta hora todos quantos, durante
três días, vão reflectir sobre os desafios que se colocam à hotelaria
portuguesa, decorrentes do mundo em mudança, das especificidades do território
e da comunidade, do crescimento e da competitividade, das pessoas e das equipas, da tecnologia e da IA, bem como
da experiência do hóspede.

O 35.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), abre dentro de instantes com uma mensagem do Presidente da República, Marcelo
Rebelo de Sousa, a que se segue a sessão solene de abertura que vai contar com
a intervenção do Presidente da Associação da Hotelaria de Portugal, o madeirense Bernardo
Trindade, reeleito em Abril de 2025 por unanimidade e em lista única para o
triénio 2025-2027. Usam também da palavra o Presidente da Confederação do
Turismo de Portugal, Francisco Calheiros; o Presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e
Norte, Luís Pedro Martins; da Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro; do Secretário de
Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado; e do Vereador do Turismo da Câmara Municipal do
Porto, Hugo Beirão.

Depois
dos seis discursos previstos para a primeira hora de congresso, sobe ao palco o
cantor Pedro Abrunhosa que vai estar à conversa com Fátima Campos Ferreira, que
tem também como missão moderar o debate sobre “a Governança do Turismo:
Conflito ou Aliança”, na qual serão intervenientes a Presidente do Conselho dos
Fundadores da Fundação de Serralves, Ana Pinho, o Presidente do Conselho de Administração da
Douro Azul, Mário Ferreira; e o Presidente da Região de Turismo do Porto e
Norte, Luís Pedro Martins. O primeiro dia fecha com a abordagem à “Mudança
Geopolítica e o valor diplomático do Turismo”, tema que será abordado pelo
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.

Num contexto em que a hotelaria e o turismo estão a mudar a
um ritmo acelerado, confrontados com novos perfis de hóspedes, com tecnologia a
evoluir, com equipas sob pressão e margens cada vez mais apertadas, o 35.º
Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo assume-se como “o momento certo para
parar, pensar e decidir, estimulando o sector para que não fique para trás num
contexto de transformação irreversível”.

A este apelo responderam mais de 500 interessados, alguns
dos quais madeirenses, em participar num congresso que volta a juntar
decisores, líderes empresariais, colaboradores, especialistas e parceiros, da
indústria e não só, num ambiente de debate aberto e de conhecimento sobre os
grandes desafios e oportunidades da economia, da hotelaria e do turismo em
Portugal.