O Parque Empresarial da Calheta registou uma taxa de ocupação de 85% no segundo trimestre de 2026. Os três novos investimentos apresentados esta terça-feira já estão incluídos neste valor.
O parque tem 50 espaços contratualizados, mais seis do que em 2022, quando a taxa de ocupação era de 65%. Gonçalo Pimenta, presidente do Conselho de Administração da Madeira Parques Empresariais, apontou como meta atingir os 100% até ao final de 2029.
A Madeira Parques definiu sete objectivos estratégicos até 2031: rentabilizar os parques empresariais, responder às necessidades dos parceiros, identificar novas áreas de negócio, reforçar a notoriedade da empresa, cooperar com entidades regionais e nacionais e promover as transições energética e digital.

Pimenta defendeu que os parques empresariais são instrumentos para descentralizar a actividade económica, criar emprego e gerar riqueza nos concelhos fora dos principais centros populacionais. “Sem coesão territorial não temos crescimento económico”, afirmou, destacando a importância de captar investimento privado para a Calheta.
No parque estão instaladas 11 empresas e duas entidades, entre as quais a Câmara Municipal e uma empresa do sector público empresarial. A Madeira Parques pretende também diversificar as atividades presentes, num contexto em que, segundo Gonçalo Pimenta, cerca de 66% do tecido empresarial dos parques é composto por micro e pequenas empresas.

