
Assistir, com frequência, ao debate público sobre a educação tornou-se um exercício de paciência e, por vezes, de indignação para quem conhece a realidade. Alguma comunicação social e alguns discursos institucionais voltam ao tema dos atestados médicos, das baixas e das faltas dos professores com uma persistência quase obsessiva. A abordagem surge quase sempre pela margem crítica, carregada de uma suspeição implícita, como se o corpo docente estivesse imune às leis da biologia ou como se a doença e outros direitos laborais fundamentais fossem privilégios injustificados.