A terceira fase da construção do Hospital Central e Universitário da Madeira, a maior empreitada pública em curso na Região, está mais próxima de ter um adjudicatário. Terminado o prazo de apresentação das propostas, foram conhecidos os valores apresentados pelos três consórcios que disputam a execução da obra, cujo preço-base foi fixado em 415 milhões de euros.

Foi neste contexto que Manuel Maria Teixeira Duarte, presidente do Conselho de Administração da Teixeira Duarte, afirmou que o consórcio liderado pela empresa apresentou a "melhor proposta de preço", atribuindo esse resultado à capacidade de transferir para o dono da obra os ganhos obtidos com a optimização operacional e à aposta do grupo na Madeira.

A afirmação surge numa fase em que ainda não está concluída a avaliação das propostas. E, apesar de o preço representar a maior parcela da classificação, não é o único elemento considerado para escolher quem vai construir o hospital. Será, então, correcto afirmar que a Teixeira Duarte apresentou a melhor proposta de preço?