O Festival InFinito conta com uma “programação inclusiva,
diversificada, que passa por vários pontos da cidade comercial”, permitindo uma
maior proximidade e conquistando públicos diferentes. A declaração é de Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo,
Ambiente e Cultura, que hoje marcou presença na abertura do Festival InFinito,
que decorre nos dias 15, 17, 21 e 23 de Outubro.
O governante assumiu que, acima de tudo, esta manifestação
que é visível e incansável da parte das jovens que o organizam faz com que,
através da arte, através da cultura, através da criação, se possa lançar um
grito de liberdade. “E é isto que aqui acontece. Porque eu entendo que qualquer
artista, ao criar, está-se a abrir aos demais”, disse.
“Quando um artista cria uma obra, põe naquela obra algo que
é seu. E isto é um acto de liberdade que é incomparável”, afirmou Eduardo Jesus,
acrescentando que a cultura é um expoente que não tem limites. “E é essa
criação que é a verdadeira missão para a vida”, concluiu.
A organização explicou que, este
ano, o subtema do ‘O Espaço entre Nós Além do Visível’ transita das oficinas
realizadas no ano passado, que mexeram com várias áreas, tais como a do social.
A continuidade dada pelos subtemas de cada edição reveste-se de grande importância
para criar uma linha que liga o projecto.
“Isto é um projecto que nasceu do
coração, que nasceu do nosso coração, que hoje em dia é o nosso filho”, assumiu
Inês Costa Neves, acrescentando achar que “os filhos causam-nos algumas dores,
alguns tormentos, mas por algum motivo continuamos a tê-los. As pessoas
continuam a tê-los, porque a gratificação e o que vem depois torna tudo isto
valer a pena, faz com que tudo valha a pena”.

