O
Comando Territorial da Madeira da Guarda Nacional Republicana (GNR), através das subunidades do Destacamento
Territorial do Funchal, acaba de anunciar a apreensão de "produtos do tabaco, produtos com nicotina, líquidos para cigarros eletrónicos e bebidas alcoólicas" numa operação que incidiu em 8 estabelecimentos comerciais.

A operação decorreu entre os dias 16 e 19 de Janeiro, numa "operação de fiscalização na Região Autónoma da Madeira, dirigida a
estabelecimentos comerciais e a bens em circulação", com acções que "tiveram como objectivo verificar e reforçar o cumprimento das obrigações
fiscais por parte dos operadores económicos, no âmbito da aquisição, transporte
e comercialização de produtos sujeitos a Impostos Especiais de Consumo" dos já citados artigos contrafeitos.

"A
fiscalização incidiu sobre oito estabelecimentos comerciais, bem como sobre a
circulação de mercadorias, incluindo produtos provenientes do exterior da Região
Autónoma da Madeira e de outros Estados-Membros da União Europeia", informa.

Assim, no
âmbito desta operação, "foram elaborados 11 autos de contraordenação aduaneira,
tendo sido apreendida" esta quantidade de mercadoria:

975
embalagens de bolsas com nicotina, correspondentes a 11 166 saquetas
individuais, num total de 5 957,2 gramas;

2 440 cigarros com estampilhas caducadas;

1 100 cigarros de tabaco aquecido com
estampilhas caducadas;

44 unidades de líquido para cigarros
eletrónicos, correspondentes a 88 ml, sem estampilha fiscal;

736 unidades de líquido para cigarros
eletrónicos, com e sem nicotina, correspondentes a 7 720 ml;

10,8 litros de bebidas alcoólicas sem
estampilha ou com estampilha caducada;

12 vaporizadores.

A GNR calcula que "o valor total presumível da mercadoria apreendida ascende a 11.245,54 euros".

Na nota de imprensa, a GNR promete que "continuará a desenvolver acções de fiscalização no
âmbito das suas competências, reforçando a prevenção e repressão de ilícitos
relacionados com a comercialização e circulação irregular de mercadorias,
contribuindo assim para o combate à economia paralela e às práticas de fraude e
evasão fiscais", conclui.