A PSP comemorou, na última semana, 147 anos de presença na
Madeira. O aniversário foi assinalado com uma cerimónia no Centro Cultural e de
Investigação do Funchal. O evento foi, como divulgado pela PSP e constatado
pelo DIÁRIO, presidido pelo secretário de Estado Adjunto e da Administração
Interna, Paulo Simões Ribeiro.
No acto participaram, entre muitas outras personalidades, o director
nacional da PSP, superintendente Luís Carrilho, o comandante do Comando
Regional da PSP da Madeira, superintendente Ricardo Matos, o presidente do
Governo Regional, Miguel Albuquerque, e a presidente da Assembleia Legislativa
da Madeira, Rubina Leal.
Quando foi produzida notícia do evento, tendo o DIÁRIO
titulado que ‘Mais agentes seriam a “solução” para quase tudo’, um leitor
manifestou indignação pelo que sucedeu, afirmando ter havido um desrespeito
pela autonomia madeirense e que “a Polícia não respeitou o protocolo ao não
colocar a Dr.ª Rubina a presidir à cerimónia”.
Terá razão o leitor? Terá a PSP desrespeitado alguma lei da
República e deveria ter sido a presidente da Assembleia Legislativa da Madeira
a presidir à cerimónia?
