A
candidatura do LIVRE ao Funchal formaliza hoje o seu programa eleitoral. Um
roteiro que diz ser "ambicioso e pragmático para enfrentar as crises da habitação,
da mobilidade e da ecologia".
"O LIVRE
apresenta-se às autárquicas do Funchal com uma visão clara: transformar a nossa
cidade num local onde todas as pessoas são livres para viverem com dignidade e
futuro. Acreditamos que o Funchal não pode continuar a sobrepor o lucro de poucos aos direitos fundamentais de todos. A crise habitacional é uma emergência social, a
crise climática é uma ameaça existencial e a transparência municipal é uma
exigência democrática", indica o partido em nota emitida à imprensa.
E prossegue: "O nosso programa assenta em cinco pilares inegociáveis: execução, transparência, justiça social, renaturalização ecológica e bem-estar animal.
Não prometemos o impossível; propomos medidas concretas e mensuráveis, desde o
resgate imediato de 25 milhões para habitação, à criação de microflorestas
urbanas para combater o calor, e à figura de um Provedor Local dos Animais".
"O Funchal
tem de deixar de ser uma cidade feita para o turismo e para a especulação, e
voltar a ser uma cidade feita para quem cá vive e trabalha. O nosso programa
não é um caderno de boas intenções; é um plano rigoroso, com fundos
identificados, que exige coragem política para dizer 'Não' à
construção na Praia Formosa e 'Sim' à habitação digna e
acessível para os nossos jovens, as nossas famílias e os nossos
idosos. A mudança começa agora", disse Marta Sofia, candidata à Câmara e Assembleia
Municipal do Funchal.
