O secretário regional da Economia relevou hoje "a resposta pronta e
eficaz dos Portos da Madeira ao incidente com o Lobo Marinho".
Em nota emitida à imprensa, José Manuel Rodrigues elogiou "o excelente trabalho de todos
os trabalhadores da APRAM que, num tempo muito curto, puseram todos os meios ao
dispor para que o navio atracasse em segurança e os passageiros pudessem
desembarcar com todas as condições".
"Foi uma operação difícil, que exigiu um elevado nível de
prontidão e de profissionalismo dos trabalhadores portuários, com a
operacionalização de um primeiro rebocador, a requisição de um outro que estava
no Caniçal, mas que permitiu, em pouco tempo, assegurar o desembarque de
passageiros, no cais norte, a saída do patrulha para o cais sul, por razões de
segurança, a atracação do Lobo Marinho no seu local habitual, o desembarque de
viaturas e mercadorias e a realização da segunda viagem do dia", afirmou o secretário da Economia, que acompanhou de perto as operações.
O governante afirmou, ainda, que "em princípio, todos os cais
de acostagem da bacia do porto do Funchal estão operacionais, apesar do embate
do navio e de alguns danos causados por este nos cais 6 e 7".
"Algumas defensas foram afetadas, mas espero que as próximas
operações com navios de cruzeiros não sofram constrangimentos",
acrescentou José Manuel Rodrigues.
O governante esteve, ao fim da tarde, no porto do Funchal a
inteirar-se do ocorrido e em contacto com a presidente da APRAM, Paula Cabaço,
com o director de Operações portuárias e segurança, Paulo Falé, e o director da
Porto Santo Line, Carlos Perdigão.
O Lobo Marinho teve, hoje, dificuldades na atracação no Funchal,
motivadas pelos ventos intensos, superiores a 30 nós, que impediram a normal
atracação do navio.
