A Iniciativa
Liberal (IL) defende a criação de uma ciclovia que ligue todas as freguesias do Funchal e medidas de mobilidade urbana que incentive e proteja os peões, os ciclistas e os motociclistas. O objectivo é "tornar o Funchal numa cidade onde cada pessoa tem opções e
liberdade para se mover, com menos trânsito, menos poluição e mais qualidade de
vida", assume Sara Jardim.
A candidata da IL à Câmara Municipal do Funchal nota que a cidade não é amiga dos peões, cliclistas e motociclistas e entende que "é preciso garantir uma estrutura segura e funcional
de mobilidade leve, integrada com uma rede pública de transportes eficaz e
pensada à escala da cidade".
"O Funchal está cheio de pessoas que querem andar de bicicleta, de trotinete, de mota ou simplesmente a pé. Mas continuam a fazê-lo com receio: entre buracos, carros mal estacionados e ruas estreitas sem proteção. A cidade não dá espaço. Não dá segurança. E acaba por empurrar todos para o carro, mesmo quem não quer
Além de "ciclovias
verdadeiras e contínuas, que liguem as freguesias entre si", a candidatura da IL defende a criação de pontos de
carregamento e estacionamento dedicados para bicicletas e trotinetes (eléctricas
ou não); zonas
exclusivas de estacionamento para motas, bicicletas e trotinetes: acessíveis,
seguras e bem localizadas; integração
da mobilidade leve com transportes públicos, através de pontos de ligação
eficientes e horários fiáveis; passeios
largos, seguros e organizados, com acessibilidade universal para todas as
idades e condições físicas; e a requalificação do espaço urbano, com sinalização adequada e pavimentos seguros,
especialmente nas zonas de maior risco.
"Não é preciso inventar nada. Basta seguir o que muitas cidades modernas já fizeram: dar prioridade à mobilidade leve e ecológica, não como promessa de campanha, mas como solução real, duradoura e útil"
A Iniciativa Liberal defende um Funchal onde andar de bicicleta
não seja um risco, onde usar uma trotinete não seja um obstáculo e onde
circular a pé não seja um acto de coragem. “Liberdade é ter opções reais. E o
Funchal tem de ser pensado para quem quer viver, circular e escolher”, atira Sara Jardim.
