O Conselho Directivo do
Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira (IVBAM) marcou
presença, esta manhã, junto dos operadores económicos do sector, acompanhando de
perto o arranque oficial da campanha das vindimas 2025.
Em nota emitida à imprensa, refere que "a visita, realizada em
articulação com os técnicos da Direcção de Viticultura, simboliza não apenas o
apoio institucional ao sector, mas também a valorização do trabalho dos
colaboradores que asseguram os controlos da entrada de uva".
As primeiras avaliações, conforme salienta, "apontam para um excelente estado fitossanitário das uvas e um grau provável de
álcool ligeiramente superior ao esperado". Sendo esta uma primeira vindima, prossegue, "prevê-se que ainda ocorram novas sessões nos próximos dias, já que algumas castas
necessitam de maior maturação para alcançar o nível ideal exigido à produção de
Vinhos Madeira de excelência".
Diz ainda que "os operadores económicos
confirmaram a expectativa de uma variação na quantidade face a 2024, mas
sublinharam que a qualidade das uvas colhidas é superior à do ano anterior".
Paralelamente, acrescenta, "os técnicos da Direcção de Viticultura mantêm a monitorização do
grau provável de cada lote, através de análises efectuadas nos postos de receção
de uvas e na presença de viticultores e transportadores, assegurando
transparência e rigor em todo o processo de aquisição de uvas pelas casas
comerciais".
Até ao momento, conforme sublinha, "já foram
vindimados cerca de 279 mil quilos de uvas, sobretudo nos concelhos de Câmara
de Lobos, São Vicente e Porto Santo".
As castas Tinta Negra,
Malvasia de São Jorge, Terrantez e Caracol destacam-se entre as mais
representativas nesta fase inicial. A estimativa global para a colheita de 2025
aponta para 2,9 mil toneladas, o que traduz uma redução de cerca de 9% em
relação à vindima de 2024".
Por fim, diz que "o esforço conjunto agora
iniciado será determinante para assegurar que a vindima de 2025 mantenha a
excelência e o prestígio internacional dos Vinhos da Madeira, património
identitário e económico da Região Autónoma".
