O ‘Movimento Composto’ esteve
estes dias no Paul da Serra, onde constatou o que diz ser a “vergonha” como está
a ser gerido o ambiente e a natureza da Madeira.

Fazendo acompanhar a “denúncia”
de um conjunto de vídeos e fotografias, aquele Movimento dá conta da destruição
de árvores centenárias no Fanal, apontando, também, a forma como várias outras plantas endémicas estão a ser destruídas pela mão humana, além de estarem em "sofrimento" devido às protecções de plástico que nelas foram colocadas aquando da sua plantação, há uns anos, mas que agora causam atrofio e impedem o seu normal crescimento.

Juntam a isso as consequências da pressão humana nos espaços naturais, dando como exemplo a “casa de banho a céu aberto” em
que dizem se ter tornado o Rabaçal.

Ao carregar, aceita a política de privacidade de Facebook. Abrir em Facebook

Pela voz de Marta Sofia, que foi cabeça-de-lista
pelo partido Livre nos dois últimos actos eleitorais, Legislativas Regionais e
Nacionais, o grupo questiona, também, que gestão tem sido feita das verbas cobradas
no acesso aos Percursos Pedestres Classificados, dinheiros que, entende, deviam
ser usados para a contratação de mais recursos humanos, pessoas que deveriam ser
afectas à preservação da Natureza, mas, acima de tudo, ao controlo dos acessos,
à fiscalização e à limpeza dos espaços.

Ao carregar, aceita a política de privacidade de Facebook. Abrir em Facebook

A ex-candidata lembra as
propostas que o partido que representava tinha para estas áreas. Recorda a
reivindicação de sanitários secos para muitos dos percursos pedestres e áreas
de lazer em espaço florestal, mas também as políticas orientadas para o
controlo da capacidade de carga nos pontos turísticos, sobretudo em zonas ambientalmente
sensíveis, dado como exemplo o Fanal, para onde pede controlo de acessos e
delimitação de áreas de pisoteio.

Ao carregar, aceita a política de privacidade de Facebook. Abrir em Facebook

Nos vídeos divulgados, Marta
Sofia mostra algumas árvores derrubadas no Fanal, bem como umas instalações
sanitárias no Rabaçal, com papéis e outro lixo pelo chão ou no meio da floresta. Pede, por isso, mais acção e uma posição mais determinada em defesa da floresta e da Região.