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Biblioteca Municipal do Funchal promove, na quarta-feira, 28 de Maio, pelas 18 horas, uma nova sessão do seu Clube de
Leitura, que terá como pano de fundo a obra 'As estradas reais da Ilha da
Madeira', da autoria de Sílvia Silvestre, que marcará presença neste evento.

De acordo com a sinopse desta obra, as 'Estradas
Reais' "foi o nome dado, em todo o Império Português, às principais estradas que
ligavam as povoações e cuja manutenção e construção estava sob responsabilidade
da Coroa Portuguesa. Na Ilha da Madeira, estas principais estradas estavam
identificadas com os números 23, 24, 25, 26, 27 e 28, com um desenvolvimento de
298,963 km e com mais de 25,891 km em ramais. Na sua totalidade, completava uma
rede de estradas de primeira ordem com 325 km. Com este livro é pretendido
divulgar os traçados dos antigos Caminhos Reais e Estradas Reais da Madeira com
o objectivo de divulgar o inúmero património histórico, etnográfico, cultural,
arquitectónico e natural da ilha, por forma a consciencializar as populações
(locais e estrangeiras) para a valorização e conservação do mesmo. Estas rotas
poderão ser utilizadas como alternativa aos percursos pedestres que se
desenrolam nas levadas e na Laurissilva".

Sílvia Silvestre, natural da freguesia de Santo
António, no Funchal, nasceu a 26 de Junho de 1989. Licenciou-se em Engenharia
Civil pela Universidade da Madeira e, em 2017, concluiu uma Pós-Graduação em
Segurança no Trabalho. Entre 2017 e 2019, trabalhou como Engenheira Civil e
Investigadora num projecto da Câmara Municipal do Funchal, integrado num
Programa Municipal de Formação e Ocupação em Contexto de Trabalho. Após um
período de desemprego, dedicou-se à Investigação e publicou o seu primeiro
livro, 'As Estradas Reais da Ilha da Madeira', em 2021. Actualmente,
Sílvia Silvestre desempenha funções como Técnica Superior de Segurança no
Trabalho na empresa Segmento Didático, Lda., mais conhecida por FACCO.

Este evento é de entrada livre e decorrerá nas
instalações da Biblioteca Municipal do Funchal, sita à Avenida Calouste
Gulbenkian nº 9.