O
CDS garante que "foi o primeiro partido a defender, desde há pelo menos duas décadas, o uso
de meios aéreos no combate aos fogos florestais e em acções de protecção civil".
"Durante
anos, ouvimos quem era Governo dizer que a orografia da ilha e os ventos eram
impeditivos do uso de helicópteros", começa por referir.
"A
verdade é que tempos depois tiveram que dar razão ao CDS, que sempre baseou a
sua ideia em pareceres técnicos, e contrataram um helicóptero de média dimensão
que tem sido muito útil no combate aos fogos e em operações de resgate na costa
e nas montanhas da ilha", acrescenta.
Recorda os incêndios do Verão de 2024, de grande dimensão, que atingiram os picos mais
altos, que "implicaram a vinda de aviões Canadair e vieram revelar a necessidade de
ter um segundo meio aéreo na Região, até para operações de evacuação de doentes
do Porto Santo para a Madeira".
Nesse
sentido, o CDS propõe "a colocação de um segundo helicóptero na Madeira, de
maior dimensão, em particular nos meses mais quentes, para assegurar um combate
mais rápido e eficaz aos fogos e garantir a segurança do território, de pessoas
e bens".
"Esta é uma incumbência do Estado e, por isso, ao contrário do que tem
acontecido, defendemos que deve ser o mesmo Estado a pagar esses meios aéreos
porque se trata de uma questão de soberania nacional", concluiu.

