A ministra da Cultura, Dalila
Rodrigues, entende as queixas das Regiões Autónomas e de outros territórios do
continente “que não têm o acesso garantido ao financiamento público como
deveriam”. “Não só é escasso como o acesso é muitas vezes limitado”,
acrescenta, além de lembrar que “há muito trabalho a fazer no que diz respeito
à capacidade de dar resposta a todos os territórios”.
Garante, no entanto, que tem
trabalhado para promover a equidade nos apoios à cultura. “É fundamental
integrar e garantir equidade no acesso no apoio à cultura, portanto todas as
minhas medidas têm um princípio de equidade geográfica”, sublinhou, esta
quarta-feira, na inauguração da exposição ‘Comunicar Hoje’, no Centro Cultural
Quinta da Magnólia, iniciativa integrada na 1.ª Bienal de Arte e Design do
Funchal.
A propósito, Dalila Rodrigues lembra
“os contratos-programa com os municípios e as Regiões Autónomas, que passam, justamente, pela necessidade de não abandonar parte dos territórios do país”.
