O Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira recebe, no dia 27 de Março, quinta-feira, pelas 18h00, a apresentação do livro 'Elisabeth Phelps com a Madeira no Coração', de Cláudia Faria.

"Esta publicação, que conta com um prefácio de Dora Gago, escritora e professora Integrada no CHAM,
Universidade Nova de Lisboa e ex-directora do Departamento de Português da
Universidade de Macau, visa homenagear o legado de Elisabeth Phelps, traçando o perfil e o
percurso de vida desde o dia da chegada ao Funchal até ao regresso a Londres,
em 1860, mapeando não apenas o quotidiano familiar, mas também esboçando o perfil
do Funchal oitocentista", revela à imprensa.

Assinado por Cláudia Ferreira Faria, este livro resulta "de
uma apurada investigação iniciada em 2008 sobre a família Phelps através da
qual tem divulgado os feitos desta família ligada ao vinho, ao bordado e ao
ensino, participando em colóquios, conferências e encontros, assim como
escrevendo artigos publicados em revistas nacionais e estrangeiras, com o
objectivo de dar a conhecer a relevância dos Phelps e a Madeira de oitocentos".

Sobre Cláudia Faria

Cláudia Maria Ferreira Faria, natural de Santa
Luzia, Funchal. Tem o Bacharelato em
Técnicas de Turismo (ISAL) e licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas
pela Universidade da Madeira (UMA). Frequentou o curso de mestrado em Cultura e
Literatura Anglo-americanas (UMA) onde defendeu a tese intitulada Phelps, Percursos de uma família britânica
na Madeira de Oitocentos, trabalho que foi publicado, em 2008, na colecção
Funchal 500 anos.

É co-autora dos seguintes livros: 'Paisagens literárias, Cartas no intervalo da Guerra'; 'Eu tenho uma carta escrita'; 'Para (um)a história do Porto Santo e Das Ilhas a primeira e
Porta-retratos de João Carlos Abreu, muitas vidas, um coração'. O primeiro
livro de poesia intitulado 'Não saberás
nada de mim' foi lançado em 2017. Em 2022 publicou o 'Dicionário Sentimental do Porto Santo' e coordenou com Henrique Levy
a antoligia de contos 'Calipso' onde se
reuniram autoras madeirenses e açorianos. 'Refúgio dos Sentidos', obra que
retrata a ilha do Porto Santo através da fotografia de Fábio Brito e da palavra
(Cláudia Faria) foi editada em 2023. Orfeão Madeirense – uma luzidia embaixada
das Artes Musicais Madeirenses foi publicada em 2023 assim como Diary 1954. É também autora da obra 'Unkown and Untold – the Saga of the
Gibraltar exile in Madeira'. Escreve em revistas nacionais e estrangeiras
relacionadas com literatura de viagens, estudos insulares, arquivos privados,
diários e escrita do eu.

Foi premiada no IV Concurso Literário António
Feliciano Rodrigues 'Castilho', 'Com palavras nascem histórias', com o conto Hill e Amélia e VI Concurso Literário António Feliciano Rodrigues 'Castilho', Com palavras nascem histórias, com o conto 'Reencontro', tendo alcançado o 1
lugar em 2015 com o conto 'Augusta'. Obteve uma menção honrosa no Prémio
literário João Augusto d’Ornelas em 2023.

Esteve destacada no Centro de Estudos de História
do Atlântico (CEHA) e é menbro do IABA (Association pour L’Autobiographie). Colabora
com o Centre for Biographical Research, Hawaii University. Exerceu funções na
Divisão de Publicações da Direção Regional da Cultura, assumindo a direcção da
Revista Islenha. Neste momento é Coordenadora do Gabinete da Cultura na Câmara
Municipal do Porto Santo.