A relação de Pinto da Costa com a Região, onde se sentia em casa, era alimentada com frequência. As amizades cultivavam-se com regularidade e naturalidade. Nos jantares informais. Nas cerimónias oficiais. Nas sessões solenes e nos estádios. Com os portistas. Mas não só. Tanto que na sua última obra 'Azul até ao Fim' há uma gratidão partilhada aos "irmãos" da Madeira.