O Serviço Regional de Protecção Civil (SRPC) volta a alertar
a população para o agravamento do estado do tempo neste fim-de-semana, com base
nas previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Assim, o SRPC recomenda a adopção de medidas preventivas,
nomeadamente: “garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas
pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou
criem obstáculos ao livre escoamento das águas; garantir uma adequada fixação
de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas
suspensas; ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas
arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores,
em virtude de vento mais forte; ter especial cuidado na circulação junto da
orla costeira e zonas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros,
evitando a circulação e permanência nestes locais; adequar os comportamentos e
as actividades à situação meteorológica prevista, evitando as viagens para
zonas afectadas ou movimentos desnecessários; não circular por zonas com
prédios degradados, devido ao risco de derrocadas; ter especial cuidado nas
zonas montanhosas, vertentes expostas e zonas costeiras; estar atento às
informações da meteorologia e às indicações da Protecção Civil e Forças de
Segurança”.

A Protecção Civil lembra que em função das condições
meteorológicas previstas é expectável a ocorrência de “queda de ramos ou
árvores, bem como de afectação de infraestruturas associadas às redes de
comunicações energia; o arrastamento para as vias rodoviárias de objectos
soltos ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas e
objectos, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes
com veículos em circulação ou transeuntes na via pública; o piso rodoviário
escorregadio, devido à possível formação de lençóis de água; ocorrência de
inundações em zonas urbanas; dificuldades de drenagem em sistemas urbanos,
podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis; desmoronamento
de muros de suporte ou taludes; movimentos de vertentes, em especial junto de
agregados populacionais, vias rodoviárias, dado o potencial aumento da sua
instabilidade”.